A culinária japonesa já faz parte de muitas mesas brasileiras, já a etiqueta dos japoneses ainda é super desconhecida por essas bandas.
- Ao visitar alguém, é de bom-tom levar um presente (omiyague). Não precisa ser nada de valor. “Vale mais um bolo que você fez do que um comprado, todo decorado”.
- O oshibori, aquela toalhinha aquecida oferecida antes da refeição, deve ser usada apenas para limpar as mãos.
- Os hashis devem ficar paralelos à borda da mesa, nunca perpendiculares ao seu corpo.
- Normalmente, nas casas japonesas e restaurantes, há um apoio para os hashis. Se não houver, você pode impovisar um, dobrando o envelope dos pauzinhos em forma de nó.
- Caso você não cosiga manusear o hashi, não precisa ter vergonha de pedir um talher. “Ninguém é obrigado a seguir regras culturais desconhecidas”, pondera Lumi.
- Nunca espete o hashi na comida. Isso remete aos rituais religiosos em que uma tigela de arroz com um par de hashis espetado é oferecida aos mortos.
- Se achar que vai derrubar um alimento no meio do caminho entre a mesa e sua boca, levante a tigela ou o pratinho que estiver usando e aproxime-o do seu corpo.
- No japão, é costume fazer barulho ao sugar sopas. Se não quiser seguir o hábito, não tem problema. Mas assegure ao anfitrião que vocês estão gostando da comida.
- Em relação à bebida, não é polido servir a si mesmo. Sirva os outros e espere que os outos lhe sirvam.
*E aos japoneses todo meu respeito e carinho.
*Regras passadas pela professora e consultora de etiqueta japonesa Lumi Toyoda. Matéria retirada da revista casa e comida. Imagem retirada do google.










