Nhoque com Manteiga de Sálvia ….

porque eu adoro tradição e hoje é o dia do nhoque da fortuna – pode parecer bobeira mas a tradição é algo forte na minha mesa e por isso e muito mais, hoje eu acordei cedinho e enquanto Enzinho brincava com os tubos de temperos eu me divertia fazendo nhoque e entre uma conversa e outra que ele tinha comigo eu ia pensando no que deve passar na cabeçinha dele – pois esse menino tem loucura pela cozinha é sem sombra de dúvida o lugar preferido da casa pra ele (rs).

Mas então é assim faça o nhoque para seu jantar e não esqueça de colocar a moeda por baixo do prato e depois guarde na carteira. Minha “nega” não vamos negar que um dinheiro a mais vai bem, né não?

  • 600 g de batatas
  • 1 gema
  • 1 colher (sobremesa) de manteiga
  • 2 colheres (chá) de sal
  • 3/4 xícara (chá) de farinha de trigo (e mais um pouco para enfarinhar)

Cozinhe as batatas e passe pelo espremedor, deixe esfriar e junte o sal a manteiga, gema e a farinha e misture bem. Jogue bastante farinha na bancada e enrole a massa formando cordões (tipo uma cobrinha) corte os nhoques e vai colocando numa superficie bem enfarinhada depois de pronto, cozinhe aos poucos numa panela funda (espagueteira) com bastante água e um fio de azeite, quando eles sobem ja esta cozido, eu vou colocando em tigela e vou regando com azeite.

Depois aqueça uma frigideira grande e pesada, coloque 175g de manteiga com sal – uma boa regada de azeite honesto (que é para a manteiga não queimar) coloque 2 colheres de sopa de folhas de sálvia rasgadas ao meio e deixe fritar até que essas folhas fiquem crocantes e a manteiga dourada – junte então o nhoque e dê uma boa salteada, coloque numa travessa polvilhe parmesão ralado e sirva em seguida.

Um Ritual Goiâno ….

repetido toda época do milho – e meu primo que é goiâno autêntico , tratou logo de plantar milho na sua chácara e eu que não sou boba nem nada fui pegar carona no ritual e inserir meus filhotes que são goiânos apenas de alma (pois os dois são Paulistanos) nesse ato que pra mim é até cultural. E foi assim que passamos um dia inteiro em família – conversando (entenda-se fofocando) , comendo muito milho (cozido, angú, bolo, bolo de pamonha e por aí vai) e tomando o elixir da beleza a dananada da Coca-Cola gelada.

Depois de separar o milho, retirar os cabelinhos e selecionar as palhas é hora de ralar o milho e agora senta que lá vem história…

A muitos anos atrás o milho era ralado em raladores artesanais, feitos a partir de latas grandes que eram cortadas e perfuradas com a ajuda de um prego, depois do ralo pronto (todo furadinho) era preso na madeira e depois disso entra um adulto na história e ele ia ralando o milho fresquinho, e a criançada da família formava um grande corredor para raspar a sobra de massa que ficava no sabugo – mas hoje goiânia já conta com um ralador elétrico é a modernidade falando mais alto na vida do povo (rs).

A hora de embalar é uma festa só : uma vai arrumando os copinhos de palha e enchendo e outra vai amarrando, e enquanto isso rola comida e bebida e muita animação.

E não é que os pequenos primos dão as mãos e ficam de olho no tacho a espera de uma pamonha fumegante , bem molhinha e com queijo derretendo sair de lá.

Mais a mulherada não deixa a peteca cair e trabalha sem parar.

O fogareiro feito no chão já deixa o tacho quente e a água a borbulhar a espera dos saquinhos do mais puro creme do milho verde.

E depois de tanta espera já podemos comer uma pamonha molinha como deve ser com esse queijo derretendo ou…

Uma pamonha salgada um clássico em Goiás feita com recheio de queijo, jiló e linguiça caipira – eu acho que isso é a noção que tenho do céu.

Henrique e Maria (primos) super obrigada por ter me proporcionado voltar no tempo e lembrar da minha infância o que é melhor proporcionar a mesma experiência a meus filhotes.


Verduras Recheadas Simples

Estava na casa do meu pai – foram dias bem divertidos e lá pude cozinhar a quatro mãos na companhia do meu irmão mais novo e foi uma experiência muito legal no melhor estilo: vamos provar – vamos ensinar – passar o pouco que sei pra ele que é um vegetariano convicto como o sobrinho mais novo. Sempre que viajo levo um livro pois sei que vou ter tempo não só para ler de fato como para contemplar as fotos e receitas e selecionar o que quero fazer e tal e dessa vez a bola foi “Jamie Viaja” um livro com fotos lindas e receitas super legais e a primeira do livro que foi feita foi essa escolha do meu irmão e olha devo dizer que é realmente divina e vou repetir em breve. O pitaco ficou pela troca a do queijo “feta” que não encontrei por “ricota defumada com pimenta” . O prato pode ser servido como prato único como eu fiz ou você pode servir uma carne junto ou até mesmo uma salada.

  • 2 tomates-salada grandes e firmes
  • 2 pimentões amarelos grandes
  • 2 pimentões vermelhos grandes
  • 100g de pistache sem casca
  • azeite honesto
  • 2 cebolas bem picadas
  • 4 dentes de alho finamente fatiados
  • 200 g de arroz de grãos longos
  • 1 colher (chá) de óregano seco
  • 1 pimenta vermelha fresca (dedo-de-moça), sem as sementes e picadas (eu não utilizei pois a ricota já tinha pimenta).
  • sal e pimenta-do-reino
  • 600ml de caldo de galinha ou de legumes
  • 200 g de queijo feta esfarelado (utilizei ricota defumada com pimenta)
  • folhas bem picadas de macinho de hortelã
  • folhas bem picadas de macinho de salsa
  • 1 colher (sopa) de purê de tomates (não utilizei – coloquei apenas o um pouco do caldo para assar os legumes)

Preaqueça o forno a 200 graus. Corte as partes de cima dos tomates e reserve. Com uma colher, tire com cuidado todo o miolo dos tomates, só deixando a polpa. Corte os pimentões ao meio no sentido do comprimento, deixando os cabinhos intactos. Com uma faquinha e uma colher, retire cuidadosamente as sementes. Coloque os tomate e pimentões, com os lados do corte para cima, em uma assadeira ou travessa de tamanho apropriado, para que fiquem acomadados confortavelmente.

Toste o pistache em uma frigideira seca, durante alguns minutos, virando-o de vez em quando, até começar a exalar seu maravilhoso perfume (eu amo pistache com todas as minhas forças). Soque-o no pilão sem pulverizar muito. Coloque um pouco de azeite na panela, baixe o fogo para o mínimo e, quando estiver quente, refogue a cebola e o alho por cerca de 10 minutos, até ficarem macios mas sem começar a dourar. Junte o arroz, o orégano, a pimenta vermelha e uma boa pitada de sal e pimenta-do-reino. Acrescente 300ml de caldo e deixe no fogo por 7 a 10 mts, mexendo de vez em quando, para o arroz não pegar no fundo da panela. tire do fogo e misture a migalha de queijo, as ervas e o pistache (aí ja nasceu um arroz memorável). Rechei cuidadosamente os tomates e pimentões abertos com o arroz ainda quente, chegando até quase a borda. Coloque de volta as tampas nos tomates e regue com um pouquinho de óleo de oliva. Junte o purê de tomate ao restante do caldo e distrubua pela assadeira (eu utilizei apenas o caldo) nos intervalos entre os legumes. Cubra com papel alumínio, fechando bem e leve ao forno por 1 hora e 15 minutos ou até que as verduras estejam bem macias, retire o papel e deixe por 15 mts só para o arroz que está em cima fique levemente tostadinho.

 

*Fonte – Jamie Viaja

Bolo Pão de Queijo com Calabresa

Eu sempre faço aquele bolo pão de queijo feioso porém delícioso e aqui o povão se acaba de comer com requeijão cremoso ou mel e manteiga (para a receita desse bolo que vos falo é só digitar na busca ao lado – bolo pão de queijo). Mas depois de ver essa receita as antenas se ligaram e tive mesmo que testar. Minha opinião é: ele é gostosinho é bem bonito, não abaixa depois que sai do forno porém o outro feioso é mil vezes mais gostoso – também achei a calabresa defumada um tanto quanto forte, da próxima vez vou utilizar uma linguiça fresca préviamente fritinha acho que vai ficar mas agradável – mas como podem ver vou repetir a receita com meus pitacos então acho que você deve embarcar e colocar seu dedo na receita e com seus pitacos fazê-la – sem falar que é um lanche prático para enfrentar o feriadão que vem por aí.

2 ovos
100ml de leite
100ml de óleo de canola
100g de queijo parmesão ralado
1 colher (chá) rasinha de sal
250g de polvilho doce
1 colher (sopa) de fermento em pó
150g de linguiça calabreza defumada picada em cubinhos
150g de queijo provolone em cubos de mais ou menos 1cm (usei muçarela)

Preaqueça o forno a 180˚C.
Unte e enfarinhe uma forma de pudim de 20cm de diâmetro.
No copo do liquidificador coloque os ovos, o leite, o óleo, o parmesão e o sal. Bata bem por alguns minutos. Despeje numa vasilha e acrescente os demais ingredientes. Misture bem (fica uma massa pesada) e despeje na forma. Com uma colher, espalhe e nivele a superfície. Leve para assar por cerca de 40 minutos ou até dourar.
Sirva quentinho e com o calor que anda fazendo um suco bemmm geladinho vai cair super bem. 😉

Fonte : Blog Pecado da Gula

 

Desconfiadinho com restos mortais de purê de batata

Como diria a querida Nina Horta ou até mesmo Carla Pernambuco o amado escondidinho deveria se chamar “desconfiadinho” pois hoje em dia fazemos o prato com o que temos em casa de forma que nem sempre vamos encontrar carne de sol desfiada e coberta com um denso purê de mandioca. Depois de um parmegiana servido com um purê de batatas de pirar o cabeção de tão bom que ficou só me restou dar um fim digno aos restos do mesmo e foi assim que lancei mão de um refogado de carne moída com ervilhas – aquele amiguinha que você faz com seus temperinhos prediletos e amados. Então você só precisa colocar esse refogado no fundo do recipiente escolhido – cobrir com uma boa camada de requeijão de bisnaga e depois deitar aquele purê de batatas (que foi levado ao fogo novamente e foi somado um pouquinho de leite uma boa colherada de requeijão cremoso e foi bem mexido para ter uma consistência macia novamente) e então foi só finalizar com parmesão e levar ao forno.

 

*Para gratinar eu utilizei o grill do forno – mas você pode usar o forninho elétrico ou até mesmo o maçarico.

 

Bolinhos de gergelim

Bom como a ordem aqui é ser express, é simplificar e não complicar então vamos a esses bolinhos que faz valer a ordem desse barraco. O mas complicado é o tempo de espera na geladeira e sendo assim deixo a dica que faça antes e o guarde em geladeira – e na hora de executar seu almoço ou jantar tudo será super simples (como no programa do chef gatissímo do GNT – ui).

  • 4 cebolinhas picadinhas
  • 15g de coentro picadinho
  • 500g de frango moído
  • 3 colheres (sopa) de gergelim
  • 1 colher (sopa) de shoyu suave
  • 3.5cm de gengibre ralado
  • 1 clara de ovo
  • 1 colher (sopa) de óleo de gergelim
  • 3 colheres (sopa) de aveia em flocos finos
  • Sal e pimenta moídos na hora

Então para fazer o bolinho basta juntar todos ingredientes e amassar bem até adquirir liga a tal liga do bolinho de carne moída da almôndega e tal. A massa a princípio fica meio mole mas ela deve descansar por pelo menos uma hora na geladeira e aí você consegue com auxilio de duas colheres moldar o bolinho. Aqueça uma chapa e unte levemente com óleo de vegetal, grelhe os bolinhos até que fiquem dourados e cozidos por dentro.

*Não coloque muito sal, pois o bolinho deve ser servido acompanhado de um potinho de molho shoyu.

*Fonte – Livro 200 receitas Práticas com Frango

Uma doce aventura – e o CACAU É SHOW

Sábado eu conheci Alexandre Costa um jovem empresário de sucesso, e se tivesse que falar dele em apenas uma frase eu diria que ele é: tão doce e poético quanto o chocolate. Um chocolateiro apaixonado pelo que faz me deixou com um desejo enorme de aprender a dominar o produto. Fala com total propriedade e paixão pelo produto que fornece e deixa a gente super a vontade para perguntar e esclarecer as dúvidas, foi de verdade uma delíciosa palestra. O cheiro do cacau é mesmo irresístivel.

Com todo despreendimento ele fez uma palestra digna de um apaixonado pelo que faz – uma pessoas simples e que não tem medo de passar seus conhecimentos foi assim que conduziu toda a sua passagem de apreendizado.

Depois da palestra de conhecer a fábrica da Cacau Show só me restou dar uma pinta na cozinha da Cacau Show e tirar uma onde de chocolateira.

E foi assim que conheci as novidades de páscoa que vão rolar nesse ano em todas as lojas da Cacau Show e vou mostrar algumas pra vocês aqui, como:

O terceiro sabor: você deve comer um pedaçinho do ovo de laranja junto com outro pedaçinho de banana e gera na sua boca o sabor tutti frut.

Outro bem legal é o zero açúcar e glúten um ovo enorme que todos que não podem com tais ingredientes vão poder saborear sem problema algum.

Fora as embalagens fofas que são muitas, aqui pra vocês só uma pequena amostra.

Latinhas que pirou meu cabeção (rs)

E essa é a loja cenográfica que foi montada dentro da própria fábrica onde foi gravado o novo comercial de páscoa da loja – comercial esse que foi estrelado pelo “gato” ops, olha o foco dessa cozinha de familia Lica, digo pelo ator Murilo Rosa (rs) e que vai ao ar nessa campanha de páscoa.

E pra finalizar eu recebendo minhas artes de chocolates feitas por mim mesma dentro da fábrica da Cacau Show pelas mãos do querido Alexandre Costa.