Sanduiche de potinho

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Creio que muita gente fez essa receita da Tatiana e eu não poderia ficar de fora e tenho que dizer que a criançada aqui adorou – mas meu recheio fiz bem infantil, um simples molhinho de salsicha e montei da seguinte maneira: Pincelei manteiga no fundo do potinho coloquei uma rodelinha de pão de forma, o molhinho de salsicha e por cima um toque de requeijão de bisnaga – fechei com outra rodelinha de pão de forma, pincelei com egg wash e polvilhei com parmesão ralado.

Fonte – http://www.panelaterapia.com

Massa fresca integral

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Gente bonita, eu não sumi não – o que aconteceu foi só alguns dias insanos na vida de uma mãe, rainha do lar, esposa e mãe de família – rs. Com a chegada do outono-inverno a gente já fica com um olho no peixe (balança) e outro no gato, pois o bicho pega viu. São tantas comidinhas reconfortantes e calóricas que ai,ai… E se for possível colocar nesse meio uma farinha mais rica, ou grãos acho que a conciência pesa menos né? Será que isso funciona com vocês também?

100g de farinha de trigo
100g de farinha de trigo integral
2 ovos
1/2 colher (sopa) de azeite
1 colher (café) de sal fino

Coloque a farinha sobre a bancada e faça um buraco no centro, ali deposite o restante dos ingrediente e comece a misturar, se ficar pregando muito nas mãos adicione um pouco mas de farinha. Para abri usei minha máquina para massa, mas se não tiver use o rolo de macarrão – vai te dar um pouco mais de trabalho mas com paciência vai alcançar o objetivo. Cozinhe em bastante água por 3mts. Eu servi a minha com um bom molho ao sugo, regado com um azeite hosneto e polvilhado com parmesão.

Uma linda cozinheira

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Desde que Nigella Lawson aportou num canal a cabo em terras tupiniquins, eu acredito que muitas cozinheiras nunca mais foram as mesmas. Ela com suas linhas um tanto quanto arredondadas e com seu cabelo constantemente sendo perfumado com suar das cebolas ou com a fumaçinha e aroma que sobem de suas panelas através dos seus caldos e molhos – com seu dedinho que insiste em não resistir ser passado por sobre suas tigelas e seus constantes assaltos a geladeira na calada da noite, revolucionou as cozinhas e maneira de cozinhar de muitas brasileiras e eu sou apenas mais uma que aumenta a fila dos apaixonados pela maneira simples, gentil e express dessa moça cozinhar. Eu adoro a Nigella e você?

Pão de linguiça defumada

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Eu faço parte do time dos que amam a panificação, não sou nenhuma craque e tal – mas dou meus pulinhos e com esses pequenos pulos tenho feito ao longo da minha vida pães delíciosos. Uma certa vez recebi um email de uma leitora, me perguntando como enrolar pão de linguiça e o recheio ficar por toda a massa, qual era minha técnica se eu misturava a linguiça na massa, se colocava no centro e enrolava como rocambole, enfim hoje vou falar sobre isso. Queria ter tirado fotos do passo a passo mas pra mim isso é estressante, pois tenho que manter o Enzo fora da cozinha (detalhe a cozinha do meu apt é americana – ou seja não tem porta) então tenho lá uma gradinha para conter crianças teimosas do lado de fora – de forma que quando entro só me retiro depois do trabalho pronto pois do contrário vou ouvir outra sessão de choro e reclamação, pois ele me vê e começa todo dramalhão mexicano novamente e eu fico morrendo de pena de ver ele fazendo biquinho e chorando pra mim. rs

ESPONJA

* 1 xícara (chá) de farinha de trigo
* 1 colher (chá) de açúcar
* 15 g de fermento biológico fresco
* 1 1/2 xícara (chá) de leite morno (não pode ser quente)

MASSA

* 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
* 1 colher (chá) de sal
* 1/2 xícara (chá) de manteiga gelada
* 2 ovos em temperatura ambiente

RECHEIO

*2 gomos de linguiças defumadas. Eu cortei em rodelas finas e dei uma leve refogada nas mesmas. *O recheio deve ser colocado sobre a massa já totalmente frio.

Para pincelar egg wash e queijo parmessão ralado para polvilhar por cima.

PREPARO – esponja; numa tigela misture a farinha com açúcar, o fermento e leite, cubra com um filme plástico. Aqueça o forno levemente, desligue e deixe a massa descansar lá dentro por 30mts. Massa – em outra tigela, misture a farinha com o sal e junte a manteiga. Misture com aos mãos e faça uma depressão no centro. Bata os ovos ligeiramente e adicione a depressão. Junte também a esponja. Mexa bem até incorporar todo o líquido. Se ficar grudando muito nas mãos coloque um pouco mais de farinha, mas não muito pois na hora de abrir já vai precisar de um pouco mais de farinha. Transfira para uma superfície polvilhada de farinha e sove a massa por uns 10mts ou até que tenha obtido uma massa elástica. Forme uma bola e coloque em uma tigela untanda com óleo, cubra com filme plástico e deixe descansar por 1hora ou até que tenha dobrado de volume. Abaixe a massa com auxilio do punho e transfira para uma superfície polvilhada com farinha, divida a mesma em 4 pedaços e abra em formato de retângulos – pegue a linguiça e espalhe por 3 desses retângulos e enrole cada um como se fosse rocambole, junte dois um do lado do outro e coloque outro por cima como se fosse formar um triângulo, pegue então esse triângulo e coloque por cima do seu último pedaço de massa e envolva novamente como se fosse um rocambole, coloque então em uma assadeira de anel, polvilhada com farinha de trigo, pincele com egg wash, polvilhe queijo ralado e leve ao forno pré-aquecido em temperatura média até que o pão esteja dourado e assado.

*Fonte – revista Claudia Cozinha

Sushi, o queridinho dos japoneses

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Embora o o primeiro sushi tenha sido criado por um japonês – o cozinheiro Hanaya Yohei – no século XVIII, há notícias de que um aparentado dele era preparado no sudeste asiático muito antes disso. Por volta de 200 anos a.C., os chineses utilizavam a técnica de envolver o peixe prensado em fardos de arroz molhado a fim de preservá-lo por meses. O segredo estava no arroz, que, durante a fermentação, forma ácidos acético e lático, responsáveis por manter a longevidade do pescado. Depois o cereal era descartado.

Ao aportar no arquipélogo japonês, a técnica caiu no gosto dos pescadores. Como eles ficavam dias em alto-mar, esse era o alimento ideal. Com o surgimento do vinagre de arroz, o processo pôde ser aprimorado. O arroz passou a ser cozido e temperado com esse ingrediente, o tempo de preparo limitou-se a uma noite e, então, o peixe poderia ser saboreado fresco, junto com o arroz. Nascia aí o sushi tradicional, ou o namanarizushi, feito especialmente com os peixes tirados da baía de Tóquio e vendidos em pequenas barracas (yatais) espalhadas pelas ruas da capital, chamada Edo no século XIX. A partir daí o bolinho de arroz temperado e o peixe cru ganharia fama e o nome sushi passaria a designar uma grande família de bolinhos de arroz. Como acontece com toda receita que caí no gosto popular, a mistura básica foi sendo adaptada conforme as preferências de cada região e outros ingredientes foram incorporados, entre eles o nori (alga marinha), o wasabi (pasta feita de raíz-forte) e o gengibre – os dois últimos como acompanhamentos por serem bactericidas.

Diferentes nomes foram surgindo a cada nova invenção. Até a receita tradicional recebeu outros dois nomes, niguirizushi e edomaezushi. No caso do tekamaki (enrolado de atum), acredita-se que a receita tenha sido sugerida por um cliente de uma casa de jogos na cidade japonesa de Tekaba. Ele teria pedido ao sushiman que enrolasse o atum e o arroz em uma folha de alga inteira. Já o Kappamaki é uma homenagem ao personagem japonês Kappa (que significa pepino), uma espécie de monstro verde bastante popular naquele país. A apresentação simples e o modo sem cerimônia de saborear o sushi – pode ser levado à boca com a mão, excelente opção para quem não domina muito bem o manejo dos hashis – certamente contribuíram para a aceitação dessa iguaria em outras culturas. A conquista de novos paladares se intensificou nos anos 1980, tanto nos EUA como entre os brasileiros. Por aqui foram criadas tantas adptações nos incontáveis restaurantes especializados que já existe até rodízio de sushi!

Mas entre tantos personagens envolvidos na história, talvez o mais emblemático seja o sushiman. Termo que deixa claro: a prática é dominada por homens, no Japão e em qualquer lugar do planeta. Como essa idéia se firmou não se sabe, mas há versões curiosas. Uma delas explica que os homens japoneses transpiram menos nas mãos do que as mulheres – e o suor interfere no sabor do sushi. Pode-se considerar como certo, porém, que, depois de tanto tempo de reinado masculino, é raro encontrar alguém que, diante de deliciosos sushis, se entreguem sem preconceito sabendo que foram preparados por uma sushiwoman.

*Imagem – retirada da internet
*Fonte – História da gastronomia – Revista Claudia

Bolo de fubá com limão

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Eu simplesmente amo tudo que o fubá pode causar ou transformar na cozinha, amo com todas a minhas forças. E o fubá também me traz a cabeça uma amiga querida a Akemi – que todos que passam por aqui a conhece e se não, click faça uma visita que você vai ter a melhor viagem gastronomica do seu dia. Fubá me lembra minha infância na fazenda com meus avós, me lembra meus dias no interior de Goiás, me lembra das canequinhas de ágata, me lembra perfume de café fresco se espalhando pela casa, me lembra toalha xadrez sobre a mesa, enfim me lembra a palavra “merenda”. E isso me faz feliz, o que te faz feliz?!

E quando coloquei os olhos sobre essa receita e justamente no blog da Letrícia, eu não poderia deixar de fazer e também tenho que falar sobre essa moça. Essa moça é “GENTE” no sentido mais completo e forte dessa palavra eu ainda não a conheço pessoalmente – tenho que dizer que cheguei perto e que não vai faltar oportunidade. Tenho que contar a vocês também que mãe dela proporcionou a mim e minha familia cafés da manhã inesquecíveis, com a mais delíciosa e maravilhosa geléia que já comi, e um almoço também – com um maravilhoso molho chutney. Enfim se você não conhece o blog “No calor do fogão”, não perca mais tempo.

Ingredientes:

Para a casquinha de açúcar:
1 xícara de açúcar de confeiteito
1 1/2 colher (sopa) de suco de limão siciliano

Para o bolo:
1 1/2 xícaras de farinha de trigo
1/3 de xícara de fubá
3/4 de xícara de açúcar
3 1/2 colheres (chá) de fermento químico em pó
1/2 colher (chá) de sal
1 xícara de iogurte natural
2 ovos grandes
1 colher (sopa) de raspas de limão siciliano
3/4 de colher (chá) de extrato de baunilha
1/2 xícara de manteiga sem sal derretida e fria

Modo de preparo:

Aqueça o forno a 180ºC. Unte e enfarinhe uma forma de bolo inglês média.

Numa tigela grande, misture a farinha, o fubá, o açúcar, o fermento e o sal. Numa tigela pequena, misture o iogurte, os ovos, as raspas de limão e o extrato de baunilha. Despeje a mistura líquida sobre os ingredientes secos e mexa delicadamente com uma espátula de borracha até que tudo fique incorporado (não precisa bater).

Despeje a mistura na assadeira e agite-a levemente para que a massa se espalhe por igual.

Leve para assar por, pelo menos, 30 minutos ou até que o bolo passe no teste do palito. Retire a assadeira do forno e deixe esfriar sobre uma grade antes de desenformar.

Enquanto isso, numa tigelinha, misture o açúcar e o suco de limão até formar uma calda grossa, mas fluida o suficiente para ser despejada sobre o bolo.

Quando o bolo estiver mais morno, desenforme-o no prato em que pretende servi-lo e despeje a calda por cima com a ajuda de uma colher. Cuide para que todo o topo do bolo esteja coberto. Espere até que a calda se transforme em uma casquinha antes de servir (não se preocupe, não demora muito).

Aqui uma foto péssima, mas dá pra vocês terem a noção da textura desse bolo que agora faz parte da minha lista top 10 de bolos para cafés.

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Bom hoje o blogger ficou de mau comigo e não consegui colocar os links então vou deixar aqui o endereço dos blogs.

*No calor do fogão – http://www.nocalordofogao.blogspot.com
*Akemi – http://www.pecadodagula.blogspot.com

Olha a carne seca aí gente

Se lembram da carne que morava na minha geladeira? Então ela entrou lá assim e….

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depois de dez dias ela saiu assim

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E vc quer saber como? Foi assim; coloquei sal fino numa assadeira e por cima coloquei um pedaço de 1 1/2 q de coxão mole fresco e cubri com bastante sal fino e levei pra geladeira, 2 dias depois fiz a troca do sal, retirei a carne sequei com papel toalha e lavei e sequei a assadeira e fiz o processo do sal novamente e retornei para a geladeira, 3 dias depois fiz o mesmo processo e depois disso deixei repousando até o décimo dia, e aí sim retirei o sal e já estava prontinha para uso. O sabor maravilhoso, fica perfeito.

*Uma dica se for secar manta de carne sobre manta esse processo de troca da salga e revira da manta tem que acontecer todos os dias, para não juntar larva.