Etiqueta japonesa

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A culinária japonesa já faz parte de muitas mesas brasileiras, já a etiqueta dos japoneses ainda é super desconhecida por essas bandas.

  • Ao visitar alguém, é de bom-tom levar um presente (omiyague). Não precisa ser nada de valor. “Vale mais um bolo que você fez do que um comprado, todo decorado”.
  • O oshibori, aquela toalhinha aquecida oferecida antes da refeição, deve ser usada apenas para limpar as mãos.
  • Os hashis devem ficar paralelos à borda da mesa, nunca perpendiculares ao seu corpo.
  • Normalmente, nas casas japonesas e restaurantes, há um apoio para os hashis. Se não houver, você pode impovisar um, dobrando o envelope dos pauzinhos em forma de nó.
  • Caso você não cosiga manusear o hashi, não precisa ter vergonha de pedir um talher. “Ninguém é obrigado a seguir regras culturais desconhecidas”, pondera Lumi.
  • Nunca espete o hashi na comida. Isso remete aos rituais religiosos em que uma tigela de arroz com um par de hashis espetado é oferecida aos mortos.
  • Se achar que vai derrubar um alimento no meio do caminho entre a mesa e sua boca, levante a tigela ou o pratinho que estiver usando e aproxime-o do seu corpo.
  • No japão, é costume fazer barulho ao sugar sopas. Se não quiser seguir o hábito, não tem problema. Mas assegure ao anfitrião que vocês estão gostando da comida.
  • Em relação à bebida, não é polido servir a si mesmo. Sirva os outros e espere que os outos lhe sirvam.

*E aos japoneses todo meu respeito e carinho.

*Regras passadas pela professora e consultora de etiqueta japonesa Lumi Toyoda. Matéria retirada da revista casa e comida. Imagem retirada do google.

Um pedaço de brie e uma preguiça sem fim

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Um dia desses a noite, um frio terrível e muita mas muita preguiça mesmo – resultou em um belo sanduiche, quentinho, com queijo macio de textura densa, uma geléia de qualidade e bem saborosa, e um toque de defumado dado pelo peito de peru defumado e a textura crocante que veio da casquinha torradinha do pão e assim tive um lanche ao final de um dia insano. Fala a verdade não precisamos de muito para ser feliz? rs

Salmão para o seu almoço

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Peixe é um dos alimentos mais simples de se trapalhar, eles só necessitam mesmo de alguns cuidados como: verificar a qualidade, a procedência e quanto aos temperos com peixe eu acredito que menos é sempre mais – sendo assim segura o desejo incontrolável de usar todos os temperos no querido filézinho de peixe. A tem outra coisa o peixe é bastante delicado então colega na hora de manipular tenha mãos de fadas.

Essa receita é tão simples que pode ser executada agora no seu almoço ou jantar e eu fiz assim: Peguei um filé de salmão e temperei com um toque de pimenta moída na hora um toque de shoyu e sal, repousei esse filé sobre uma cama de batatas (que já tinham sido pré-cozidas no vapor – detalhe elas foram tirandas um ponto antes de ficarem macias , para chegar no ponto dentro do forno), sobre essas batatas um toque de pimenta e sal ambos moídos na hora e um fio de azeite – já com o peixe repousando sobre as batatas eu tampei com papel alumínio e levei ao forno moderado até que o peixe estivesse no ponto. Com o peixe pronto eu lancei mão de uma frigideira e aqueci azeite (azeite próprio para cozinhar) e dourei lâminas de alho, com esse azeite saborizado pelo alho eu reguei o salmão e foi então só servir.

Na emergência – no último minuto do segundo tempo

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Sempre deixo um molhinho gostoso de tomate com carne moída morando no meu freezer – pois posso até passar uma semana sem precisar usá-lo mas sei que logo ele me será muito útil. E foi num dia desse que passei a mão num pacotinho de nhoque pronto no supermercado, aquele nhoque cafajeste de farinha de trigo e não de batata apenas – mas que com um bom molho e regado com um bom azeite e coberto por um parmessão delícioso ele faz bonito.

Bife à rolê tropical

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Bife à rolê é pra mim uma receita genial, pois nos permite viajar nos recheios e molhos. Transformando assim a comidinha de todos os dias em uma comida especial – pois vamos combinar que quem cozinha todos os dias, almoço e jantar as vezes fica sem saída para mudar a refeição. E aquele tradicional bifinho à rolê da mamãe e vovó hoje tem releituras com molhos e recheios tão maravilhosos quanto o delas. E agora fico aguardando nos comentários a sua receita de bife à rolê, deixe aí que vou reproduzir aqui na minha cozinha.

  • 600 g de coxão duro em bifes finos
  • 2 dentes de alho picados
  • Sal e pimenta à gosto
  • 3 unidades de banana da terra
  • 60 g de bacon em fatias finas
  • 1 lata de tomate pelado
  • 150ml de caldo de legumes
  • 70ml de vinho tint0
  • Cebolinha e salsinha para finalizar o prato
  • Palitos para fechar os bifes

Coloque as fatias de bacon um pouquinho no forno só para desitradar um pouco. Tempere os bifes com alho, sal e pimenta e um toquinho de azeite. Recheie os bifes com as bananas envolta nas fatias de bacon e feche com a ajuda de um palito de dente. Em uma panela de pressão doure os bifes num fio de óleo vegetal, acrescente o vinho o tomate pelado o caldo de legumes. Feche a panela e deixe na pressão por 15mts, abra a panela caso o molho não tenha ficado encorpado deixe apurar um pouco e sirva com arroz branco, salada e batatas fritas, ou polenta.

Muffin de maçã com topo crocante

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Friozinho, muito friozinho mesmo – e ele veio acompanhado de uma garoa fria e tudo isso pediu um forno quentinho para aquecer minha casa e um bolinho assando para perfumar o ambiente. E tudo que tenho a falar sobre essa receita é a facilidade absurda de se executar e o sabor e textura incrível que esses pequenos muffins atingiu. Eu gosto muito de fazer bolos é algo que me lembra as merendas da minha infância a casa da fazenda dos meus avós e mais, me lembra muito uma senhora quitandeira que morava no interior de Goiás e cada dia da semana ela ia a casa de alguém encher as latas de quitanda, trabalhava o dia todo fazendo bolos, pães, bolachinhas e por aí vai.

  • 240 g de farinha de trigo
  • 140 g de açúcar
  • 20 g de fermento quimíco
  • 1/2 colher (chá) de sal
  • 60 g de manteiga
  • 100 ml de leite
  • 1 ovo
  • 200 g de maçã em cubos
  • Canela para polvilhar

Streusel (farofa para o topo)

  • 40 g de açúcar
  • 50 g de manteiga
  • 120 g de farinha de trigo
  • 30 g pecan picada
  • Fôrma para 12 muffins
  • Grade para resfriar os muffins

Pré – aqueça o forno a 200 graus. Coloque em vasilha os seguintes ingredientes: 240 g de farinha de trigo, 100 g de açúcar, 20 g de fermento quimico, 1/2 colher chá de sal e 60 g de manteiga – misture esses ingredientes com as pontas dos dedos até obter uma farofa e reserve.
Em outro pote junte: 200 g de maçã, 40 g de açúcar e canela mexa bem e some a essa mistura a farofa reservada, mexa bem e reserve. À parte, bata o ovo com o leite e adicione essa mistura líquida na farofa de uma vez, e mexa um pouco o suficiente para que o líquido seja absorvido. É pra ser uma massa irregular e não lisa – reserve. Em outra tigela misture os ingredientes do streusel com as pontas dos dedos até formar uma farofa e reserve. Unte bem a fôrma para muffins e polvilhe com açúcar, coloque a massa até completar 2/3 do volume da forminha – acrescente o streusel até cobrir bem o bolinho e leve ao forno por aproximadamente 20mts – desenforme logo em seguida, para daí arrefecê-los em cima de uma grade. Assim a umidade fica livre para sair e garante a leveza ao delicado muffin.

* A fôrma tem que ser bem untada do jeito que esta na foto, até por cima da mesma.

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*Fonte – Ana Zita Fernandes a confeitaria.

Rocambole de frango

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Quando cheguei nessa cozinha selecionei várias receitas e pra começar a escolhida foi esse belo rocambole – dono de uma massa super fofa e super fácil de fazer e que permite pirar o cabeção na hora de rechear pois a massa bem neutra cabe qualquer recheio. Eu já fiquei imaginando de bacalhau para receber alguns bons amigos, fala a verdade ele iria fazer bonito né não? Andréa a você todo meu carinho e agradecimento por dividir receitas e truques tão legais.

Minha massa ficou bem amarelinha e não é corante não amiguinha são apenas ovos caipiras – olha que tom mais lindo eles deram no meu rocambole.

  • 5 ovos (gemas sem a película)
  • 5 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 1/2 colher (chá) de sal
  • 1 colher (chá) de fermento em pó

Bata as claras em neve bem firme, diminua a velocidade da batedeira e vá acrescentando as gemas uma à uma, desligue a batedeira e acrescente a farinha de trigo aos poucos e depois acrescente o sal e o fermento. Leve ao forno preaquecido em uma assadeira forrada com papel manteiga por aproximadamente 15mts. Retire do forno espere amornar, aplique o recheio e enrole como um rocambole.

Para o meu recheio – Eu tinha peito de frango cozido em caldo de galinha e desfiado no freezer – então foi só descongelar , aquecer uma frigideira grande regar com um fio de óleo vegetal e suar meia cebola bem picada com um dente de alho grande – juntei o frango desfiado deixei refogar um pouco somei um pouco de tomates pelados e aí foi dar uma procurada nas sobrinhas da geladeira e foi então que acrescentei, ervilhas, milho, azeitonas picadinhas, salsinha e cebolinha – acertei o tempero (sal e pimenta) somei uma colher de sopa de requeijão cremoso e uma chuvinha de farinha de trigo só para firmar o recheio e pronto. Depois de frio e com a massa do rocambole pronta eu segui dessa maneira; Sobre a massa passei uma generosa camada de requeijão firme (requeijão de bisnaga) deitei sobre ele o recheio de frango e enrolei. Depois desse passo você pode cobrir com maionese e decorar a gosto, mas aqui eu servi assim sem nada pode cima e acho que com uma saladinha fica perfeito.

*Fonte – Quitutes da Andréa

Comida pra um querubim

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Essa é sem dúvida a comida predileta do meu Enzo – ele não come carne de tipo algum e em tempo algum, mas a danada da soja é sua paixão ele vai comendo e suspirando é bastante engraçado de ver. Não me pergunte o porque o Enzo não come carne que não vou saber responder eu sei responder o porque ele não come doce, esse foi por minha culpa mesmo eu não dava e não deixava dar então ele só come frutas e iogurte e fim – ele também come qualquer verdura e legume, qualquer um mesmo.

Para fazer o prato predileto do querubim é fácil – coloque de molho em água filtrada uma xícara (chá) de proteína texturizada de soja por 30mts – depois lave bem e escorra bem e coloque shoyu e deixe descansando por 20mts. Numa frigideira grande de fundo pesado aqueça um fio de óleo (um fiozinho mesmo em colega) e deixe suar meia cebola picada bem miúdinha e um dente de alho, assim que ficar transparente junte a soja e refogue – depois de refogada já com a soja bem temperadinha com o sabor da cebola e alho junte legumes picados eu usei aí ; chuchu, cenoura, mandioquinha e batata inglesa – somei meia lata de tomates pelados um pouco de água quente e temperei com um toquinho de sal moído na hora e deixei cozinhar os legumes e apurar o molho assim que isso acontecer some um punhado de cebolinha e salsinha picados. Servi com arroz japones bem branquinho e molhinho e por cima do picadinho uma regadinha de azeite extra virgem é assim que meu querubim gosta.

*Se você tiver pressa no preparo pode fazer na panela de pressão, para que os legumes cozinhe mais rapido.

Cadê meu sanduba que estava aqui?!

O blogger com muita, muita fome passou a mão no meu delícioso sanduiche de queijo que estava aqui – eita “nois”.

Meu povo querido, brincadeiras a parte o blogger esta com problemas – diz estar em manutenção então tenham calma que assim que tudo se normalizar eu volto com receitas, dicas e cotidiano tudo fresquinho para vocês.