Tomate recheado e quentinhos

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Bom essa foi a receita escolhida para dar um fim as sobras de recheio do rocambole, e foi uma excelente escolha. Tenho que contar algo sobre essa escolha; eu tenho um saracutico quando vejo algumas receitas e passei dias atrás em alguns blogs amigos e vi tomates recheados cada um a sua maneira e tão lindos que não os tirava da cabeça, creio que a sobra do recheio foi até intencional e no dia da feira comprei lindos tomates e os escondi no fundo da gaveta de legumes, para não correr o risco de alguém utilizá-los antes de mim (rs). Minha gente pensa em tomates lindamente e delíciosamente recheados com frango, requeijão e temperado com sal e pimenta moídos na hora e regados com um belo azeite? E tudo isso combinado com um arroz japonês fresquinho e bem branquinho e um friozinho – é colega a combinação foi perfeita.

Para fazer eu utilizei 5 tomates de tamanho médio para grande, lavei bem, retirei a tampa e as sementes (fiz esse processo com todos os tomates) depois os temperei com sal e pimenta moídos na hora e reguei com um toquinho de azeite, coloque um pouquinho de requeijão de bisnaga no fundo, cobri com o recheio de frango e coloquei mas um toque de requeijão e fechei com a tampinha, repousei todos os tomates numa assadeira e reguei com toquinho de azeite e levei ao forno moderado, até que ficassem macios.

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Falsa torta

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Sabe o recheio do rocambole de frango postado a poucos dias? Pois é, minhas amigas o bichinho rendeu viu, a história foi a seguinte eu fiz o recheio para o rocambole que ia levar para casa da minha sogra o recheio se multiplicou e foi parar no freezer e na semana passada eu passei a mão no danadinho e utilizei em mais duas receitas que você vão ver por aqui essa semana – uma delas é exatamente essa falsa torta e porque desse nome? Simples, eu a apelidei assim pela falta de massa por baixo, acho que aí muda um pouco da extrutura de tortas de frango comum e então eu resolvi colocar esse nome – o fato é que o reaproveitamento ficou excelente, simples e de rápida confecção – sim porque a noite aqui o bicho pega, são duas crianças querendo comer um marido morto de fome e uma mulher insana no fogão e arrumando a mesa, né brinquedo não. rs

E a confecção foi da seguinte maneira; Untei um recipiente com azeite, deitei o meu recheio por cima e cubri com uma generosa camada de requeijão de bisnaga (requeijão firme) e fechei com queijo mussarela – para capa da torta eu utilizei massa folhada laminada (que tenho sempre no meu freezer), pincelei com egg wash (mistura de ovo e água) e levei ao forno até que massa ficasse bem douradinha e quebradiça. Um suco uma salada e um jantar pronto.

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Etiqueta japonesa

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A culinária japonesa já faz parte de muitas mesas brasileiras, já a etiqueta dos japoneses ainda é super desconhecida por essas bandas.

  • Ao visitar alguém, é de bom-tom levar um presente (omiyague). Não precisa ser nada de valor. “Vale mais um bolo que você fez do que um comprado, todo decorado”.
  • O oshibori, aquela toalhinha aquecida oferecida antes da refeição, deve ser usada apenas para limpar as mãos.
  • Os hashis devem ficar paralelos à borda da mesa, nunca perpendiculares ao seu corpo.
  • Normalmente, nas casas japonesas e restaurantes, há um apoio para os hashis. Se não houver, você pode impovisar um, dobrando o envelope dos pauzinhos em forma de nó.
  • Caso você não cosiga manusear o hashi, não precisa ter vergonha de pedir um talher. “Ninguém é obrigado a seguir regras culturais desconhecidas”, pondera Lumi.
  • Nunca espete o hashi na comida. Isso remete aos rituais religiosos em que uma tigela de arroz com um par de hashis espetado é oferecida aos mortos.
  • Se achar que vai derrubar um alimento no meio do caminho entre a mesa e sua boca, levante a tigela ou o pratinho que estiver usando e aproxime-o do seu corpo.
  • No japão, é costume fazer barulho ao sugar sopas. Se não quiser seguir o hábito, não tem problema. Mas assegure ao anfitrião que vocês estão gostando da comida.
  • Em relação à bebida, não é polido servir a si mesmo. Sirva os outros e espere que os outos lhe sirvam.

*E aos japoneses todo meu respeito e carinho.

*Regras passadas pela professora e consultora de etiqueta japonesa Lumi Toyoda. Matéria retirada da revista casa e comida. Imagem retirada do google.

Um pedaço de brie e uma preguiça sem fim

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Um dia desses a noite, um frio terrível e muita mas muita preguiça mesmo – resultou em um belo sanduiche, quentinho, com queijo macio de textura densa, uma geléia de qualidade e bem saborosa, e um toque de defumado dado pelo peito de peru defumado e a textura crocante que veio da casquinha torradinha do pão e assim tive um lanche ao final de um dia insano. Fala a verdade não precisamos de muito para ser feliz? rs

Salmão para o seu almoço

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Peixe é um dos alimentos mais simples de se trapalhar, eles só necessitam mesmo de alguns cuidados como: verificar a qualidade, a procedência e quanto aos temperos com peixe eu acredito que menos é sempre mais – sendo assim segura o desejo incontrolável de usar todos os temperos no querido filézinho de peixe. A tem outra coisa o peixe é bastante delicado então colega na hora de manipular tenha mãos de fadas.

Essa receita é tão simples que pode ser executada agora no seu almoço ou jantar e eu fiz assim: Peguei um filé de salmão e temperei com um toque de pimenta moída na hora um toque de shoyu e sal, repousei esse filé sobre uma cama de batatas (que já tinham sido pré-cozidas no vapor – detalhe elas foram tirandas um ponto antes de ficarem macias , para chegar no ponto dentro do forno), sobre essas batatas um toque de pimenta e sal ambos moídos na hora e um fio de azeite – já com o peixe repousando sobre as batatas eu tampei com papel alumínio e levei ao forno moderado até que o peixe estivesse no ponto. Com o peixe pronto eu lancei mão de uma frigideira e aqueci azeite (azeite próprio para cozinhar) e dourei lâminas de alho, com esse azeite saborizado pelo alho eu reguei o salmão e foi então só servir.