Esse é meu mais novo vicio, eu me rendi e cai de amores pelo tal arroz. Isso aconteceu ao ganhar um potinho desse arroz de cor tão diferente de um amigo fofo. Final de semana que passou a pensão estava lotada, para receber amigos tão queridos, demandou tempo e algumas horas em filas de hipermercados – quando cheguei em casa já “anoitinha” saquei o potinho do arroz e nem pensei, me coloquei a pilotar o fogão com a meta de comer uma comida, quentinha, cremosa e que me conforta-se – e colegas foi exatamente isso que encontrei ao final do prato.
Agora no frio sinto muito falta do fogão de lenha da fazenda do meu avô e chácara do meu pai, o ambiente quentinho o cheirinho de lenha queimando, café fresco o inverno de verdade me traz boas lembranças.
Coloque numa panela de pressão 2 1/2 litros de caldo de carne e o arroz, leve para cozinhar em fogo brando e deixe até 25mts depois que começar a pegar pressão – o arroz deve ficar na textura al dente, retire do fogo – abra a panela e se estiver na textura adequada, escorra o caldo e reserve o arroz. Em um frigideira grande de fundo pesado, coloque um fio de óleo vegetal ou azeite próprio para cozinhar e deixe suar uma cebola com 3 dentes de alho bem picados, assim que ficar transparente junte linguiça toscana cortada em cubos (essa linguiça foi aferventada em água e só depois cortada em cubos), deixe refogar bem e junte uma lata de tomates pelados – tempere esse molho com sal e pimenta moídos na hora e deixe apurar. Quando o molho ficar grossinho e já com todos os temperos agregados, some uma lata de ervilhas (também pode ser ervilhas frescas ou congeladas), um punhado de salsinha e cebolinha – um toque de manteiga e uma generosa regada de azeite honesto e nesse momento some o arroz reservedo mexa bem para que agregue os sabores e sirva.












