Sushi, o queridinho dos japoneses

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Embora o o primeiro sushi tenha sido criado por um japonês – o cozinheiro Hanaya Yohei – no século XVIII, há notícias de que um aparentado dele era preparado no sudeste asiático muito antes disso. Por volta de 200 anos a.C., os chineses utilizavam a técnica de envolver o peixe prensado em fardos de arroz molhado a fim de preservá-lo por meses. O segredo estava no arroz, que, durante a fermentação, forma ácidos acético e lático, responsáveis por manter a longevidade do pescado. Depois o cereal era descartado.

Ao aportar no arquipélogo japonês, a técnica caiu no gosto dos pescadores. Como eles ficavam dias em alto-mar, esse era o alimento ideal. Com o surgimento do vinagre de arroz, o processo pôde ser aprimorado. O arroz passou a ser cozido e temperado com esse ingrediente, o tempo de preparo limitou-se a uma noite e, então, o peixe poderia ser saboreado fresco, junto com o arroz. Nascia aí o sushi tradicional, ou o namanarizushi, feito especialmente com os peixes tirados da baía de Tóquio e vendidos em pequenas barracas (yatais) espalhadas pelas ruas da capital, chamada Edo no século XIX. A partir daí o bolinho de arroz temperado e o peixe cru ganharia fama e o nome sushi passaria a designar uma grande família de bolinhos de arroz. Como acontece com toda receita que caí no gosto popular, a mistura básica foi sendo adaptada conforme as preferências de cada região e outros ingredientes foram incorporados, entre eles o nori (alga marinha), o wasabi (pasta feita de raíz-forte) e o gengibre – os dois últimos como acompanhamentos por serem bactericidas.

Diferentes nomes foram surgindo a cada nova invenção. Até a receita tradicional recebeu outros dois nomes, niguirizushi e edomaezushi. No caso do tekamaki (enrolado de atum), acredita-se que a receita tenha sido sugerida por um cliente de uma casa de jogos na cidade japonesa de Tekaba. Ele teria pedido ao sushiman que enrolasse o atum e o arroz em uma folha de alga inteira. Já o Kappamaki é uma homenagem ao personagem japonês Kappa (que significa pepino), uma espécie de monstro verde bastante popular naquele país. A apresentação simples e o modo sem cerimônia de saborear o sushi – pode ser levado à boca com a mão, excelente opção para quem não domina muito bem o manejo dos hashis – certamente contribuíram para a aceitação dessa iguaria em outras culturas. A conquista de novos paladares se intensificou nos anos 1980, tanto nos EUA como entre os brasileiros. Por aqui foram criadas tantas adptações nos incontáveis restaurantes especializados que já existe até rodízio de sushi!

Mas entre tantos personagens envolvidos na história, talvez o mais emblemático seja o sushiman. Termo que deixa claro: a prática é dominada por homens, no Japão e em qualquer lugar do planeta. Como essa idéia se firmou não se sabe, mas há versões curiosas. Uma delas explica que os homens japoneses transpiram menos nas mãos do que as mulheres – e o suor interfere no sabor do sushi. Pode-se considerar como certo, porém, que, depois de tanto tempo de reinado masculino, é raro encontrar alguém que, diante de deliciosos sushis, se entreguem sem preconceito sabendo que foram preparados por uma sushiwoman.

*Imagem – retirada da internet
*Fonte – História da gastronomia – Revista Claudia

Bolo de fubá com limão

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Eu simplesmente amo tudo que o fubá pode causar ou transformar na cozinha, amo com todas a minhas forças. E o fubá também me traz a cabeça uma amiga querida a Akemi – que todos que passam por aqui a conhece e se não, click faça uma visita que você vai ter a melhor viagem gastronomica do seu dia. Fubá me lembra minha infância na fazenda com meus avós, me lembra meus dias no interior de Goiás, me lembra das canequinhas de ágata, me lembra perfume de café fresco se espalhando pela casa, me lembra toalha xadrez sobre a mesa, enfim me lembra a palavra “merenda”. E isso me faz feliz, o que te faz feliz?!

E quando coloquei os olhos sobre essa receita e justamente no blog da Letrícia, eu não poderia deixar de fazer e também tenho que falar sobre essa moça. Essa moça é “GENTE” no sentido mais completo e forte dessa palavra eu ainda não a conheço pessoalmente – tenho que dizer que cheguei perto e que não vai faltar oportunidade. Tenho que contar a vocês também que mãe dela proporcionou a mim e minha familia cafés da manhã inesquecíveis, com a mais delíciosa e maravilhosa geléia que já comi, e um almoço também – com um maravilhoso molho chutney. Enfim se você não conhece o blog “No calor do fogão”, não perca mais tempo.

Ingredientes:

Para a casquinha de açúcar:
1 xícara de açúcar de confeiteito
1 1/2 colher (sopa) de suco de limão siciliano

Para o bolo:
1 1/2 xícaras de farinha de trigo
1/3 de xícara de fubá
3/4 de xícara de açúcar
3 1/2 colheres (chá) de fermento químico em pó
1/2 colher (chá) de sal
1 xícara de iogurte natural
2 ovos grandes
1 colher (sopa) de raspas de limão siciliano
3/4 de colher (chá) de extrato de baunilha
1/2 xícara de manteiga sem sal derretida e fria

Modo de preparo:

Aqueça o forno a 180ºC. Unte e enfarinhe uma forma de bolo inglês média.

Numa tigela grande, misture a farinha, o fubá, o açúcar, o fermento e o sal. Numa tigela pequena, misture o iogurte, os ovos, as raspas de limão e o extrato de baunilha. Despeje a mistura líquida sobre os ingredientes secos e mexa delicadamente com uma espátula de borracha até que tudo fique incorporado (não precisa bater).

Despeje a mistura na assadeira e agite-a levemente para que a massa se espalhe por igual.

Leve para assar por, pelo menos, 30 minutos ou até que o bolo passe no teste do palito. Retire a assadeira do forno e deixe esfriar sobre uma grade antes de desenformar.

Enquanto isso, numa tigelinha, misture o açúcar e o suco de limão até formar uma calda grossa, mas fluida o suficiente para ser despejada sobre o bolo.

Quando o bolo estiver mais morno, desenforme-o no prato em que pretende servi-lo e despeje a calda por cima com a ajuda de uma colher. Cuide para que todo o topo do bolo esteja coberto. Espere até que a calda se transforme em uma casquinha antes de servir (não se preocupe, não demora muito).

Aqui uma foto péssima, mas dá pra vocês terem a noção da textura desse bolo que agora faz parte da minha lista top 10 de bolos para cafés.

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Bom hoje o blogger ficou de mau comigo e não consegui colocar os links então vou deixar aqui o endereço dos blogs.

*No calor do fogão – http://www.nocalordofogao.blogspot.com
*Akemi – http://www.pecadodagula.blogspot.com

Olha a carne seca aí gente

Se lembram da carne que morava na minha geladeira? Então ela entrou lá assim e….

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depois de dez dias ela saiu assim

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E vc quer saber como? Foi assim; coloquei sal fino numa assadeira e por cima coloquei um pedaço de 1 1/2 q de coxão mole fresco e cubri com bastante sal fino e levei pra geladeira, 2 dias depois fiz a troca do sal, retirei a carne sequei com papel toalha e lavei e sequei a assadeira e fiz o processo do sal novamente e retornei para a geladeira, 3 dias depois fiz o mesmo processo e depois disso deixei repousando até o décimo dia, e aí sim retirei o sal e já estava prontinha para uso. O sabor maravilhoso, fica perfeito.

*Uma dica se for secar manta de carne sobre manta esse processo de troca da salga e revira da manta tem que acontecer todos os dias, para não juntar larva.

Tomate recheado e quentinhos

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Bom essa foi a receita escolhida para dar um fim as sobras de recheio do rocambole, e foi uma excelente escolha. Tenho que contar algo sobre essa escolha; eu tenho um saracutico quando vejo algumas receitas e passei dias atrás em alguns blogs amigos e vi tomates recheados cada um a sua maneira e tão lindos que não os tirava da cabeça, creio que a sobra do recheio foi até intencional e no dia da feira comprei lindos tomates e os escondi no fundo da gaveta de legumes, para não correr o risco de alguém utilizá-los antes de mim (rs). Minha gente pensa em tomates lindamente e delíciosamente recheados com frango, requeijão e temperado com sal e pimenta moídos na hora e regados com um belo azeite? E tudo isso combinado com um arroz japonês fresquinho e bem branquinho e um friozinho – é colega a combinação foi perfeita.

Para fazer eu utilizei 5 tomates de tamanho médio para grande, lavei bem, retirei a tampa e as sementes (fiz esse processo com todos os tomates) depois os temperei com sal e pimenta moídos na hora e reguei com um toquinho de azeite, coloque um pouquinho de requeijão de bisnaga no fundo, cobri com o recheio de frango e coloquei mas um toque de requeijão e fechei com a tampinha, repousei todos os tomates numa assadeira e reguei com toquinho de azeite e levei ao forno moderado, até que ficassem macios.

Falsa torta

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Sabe o recheio do rocambole de frango postado a poucos dias? Pois é, minhas amigas o bichinho rendeu viu, a história foi a seguinte eu fiz o recheio para o rocambole que ia levar para casa da minha sogra o recheio se multiplicou e foi parar no freezer e na semana passada eu passei a mão no danadinho e utilizei em mais duas receitas que você vão ver por aqui essa semana – uma delas é exatamente essa falsa torta e porque desse nome? Simples, eu a apelidei assim pela falta de massa por baixo, acho que aí muda um pouco da extrutura de tortas de frango comum e então eu resolvi colocar esse nome – o fato é que o reaproveitamento ficou excelente, simples e de rápida confecção – sim porque a noite aqui o bicho pega, são duas crianças querendo comer um marido morto de fome e uma mulher insana no fogão e arrumando a mesa, né brinquedo não. rs

E a confecção foi da seguinte maneira; Untei um recipiente com azeite, deitei o meu recheio por cima e cubri com uma generosa camada de requeijão de bisnaga (requeijão firme) e fechei com queijo mussarela – para capa da torta eu utilizei massa folhada laminada (que tenho sempre no meu freezer), pincelei com egg wash (mistura de ovo e água) e levei ao forno até que massa ficasse bem douradinha e quebradiça. Um suco uma salada e um jantar pronto.

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Etiqueta japonesa

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A culinária japonesa já faz parte de muitas mesas brasileiras, já a etiqueta dos japoneses ainda é super desconhecida por essas bandas.

  • Ao visitar alguém, é de bom-tom levar um presente (omiyague). Não precisa ser nada de valor. “Vale mais um bolo que você fez do que um comprado, todo decorado”.
  • O oshibori, aquela toalhinha aquecida oferecida antes da refeição, deve ser usada apenas para limpar as mãos.
  • Os hashis devem ficar paralelos à borda da mesa, nunca perpendiculares ao seu corpo.
  • Normalmente, nas casas japonesas e restaurantes, há um apoio para os hashis. Se não houver, você pode impovisar um, dobrando o envelope dos pauzinhos em forma de nó.
  • Caso você não cosiga manusear o hashi, não precisa ter vergonha de pedir um talher. “Ninguém é obrigado a seguir regras culturais desconhecidas”, pondera Lumi.
  • Nunca espete o hashi na comida. Isso remete aos rituais religiosos em que uma tigela de arroz com um par de hashis espetado é oferecida aos mortos.
  • Se achar que vai derrubar um alimento no meio do caminho entre a mesa e sua boca, levante a tigela ou o pratinho que estiver usando e aproxime-o do seu corpo.
  • No japão, é costume fazer barulho ao sugar sopas. Se não quiser seguir o hábito, não tem problema. Mas assegure ao anfitrião que vocês estão gostando da comida.
  • Em relação à bebida, não é polido servir a si mesmo. Sirva os outros e espere que os outos lhe sirvam.

*E aos japoneses todo meu respeito e carinho.

*Regras passadas pela professora e consultora de etiqueta japonesa Lumi Toyoda. Matéria retirada da revista casa e comida. Imagem retirada do google.

Um pedaço de brie e uma preguiça sem fim

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Um dia desses a noite, um frio terrível e muita mas muita preguiça mesmo – resultou em um belo sanduiche, quentinho, com queijo macio de textura densa, uma geléia de qualidade e bem saborosa, e um toque de defumado dado pelo peito de peru defumado e a textura crocante que veio da casquinha torradinha do pão e assim tive um lanche ao final de um dia insano. Fala a verdade não precisamos de muito para ser feliz? rs

Salmão para o seu almoço

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Peixe é um dos alimentos mais simples de se trapalhar, eles só necessitam mesmo de alguns cuidados como: verificar a qualidade, a procedência e quanto aos temperos com peixe eu acredito que menos é sempre mais – sendo assim segura o desejo incontrolável de usar todos os temperos no querido filézinho de peixe. A tem outra coisa o peixe é bastante delicado então colega na hora de manipular tenha mãos de fadas.

Essa receita é tão simples que pode ser executada agora no seu almoço ou jantar e eu fiz assim: Peguei um filé de salmão e temperei com um toque de pimenta moída na hora um toque de shoyu e sal, repousei esse filé sobre uma cama de batatas (que já tinham sido pré-cozidas no vapor – detalhe elas foram tirandas um ponto antes de ficarem macias , para chegar no ponto dentro do forno), sobre essas batatas um toque de pimenta e sal ambos moídos na hora e um fio de azeite – já com o peixe repousando sobre as batatas eu tampei com papel alumínio e levei ao forno moderado até que o peixe estivesse no ponto. Com o peixe pronto eu lancei mão de uma frigideira e aqueci azeite (azeite próprio para cozinhar) e dourei lâminas de alho, com esse azeite saborizado pelo alho eu reguei o salmão e foi então só servir.