Saquinhos de cookies para uma páscoa que já passou

Eu sei amiguinha que a páscoa já se foi – eu não bebo água que passarinho não bebe, fique tranquila. É que amei tanto esses saquinhos que usei para colocar delíciosos cookies e presentear os amiguinhos do Enzo – que resolvi dividir com vocês. Se vocês conseguem ir até a 25 de março na época da páscoa vai encontrar lindas embalagens para presentear seus amigos e basta colocar algo bem docinho e gostoso dentro e pronto. Agora para amigas do artesanato, aquelas que tem o dom de transformar tudo que passa por suas mãos, fica a dica. Se quer receitas de cookies é só procurar na busca aí ao lado.

*Mais tarde eu volto com uma receitinha.

Sobrou “boi ralado” ou mais conhecida carne moída?

Transforme amiguinha a lei é transformar sempre e se estiver frio como por aqui – faça um prato que aqueça sua casa, sua alma, seu corpinho (ui). Então a caso foi que sobrou um molhinho caprichado de boi ralado aqui na minha residência – e no jantar eu pensei, que frio cumadi anda fazendo por aqui e que vontade de comer algo bem quentinho com queijinho puxa-puxa, regadinho com azeite honesto e de preferência com um chuvinha de queijo ralado (aquele queijo da canastra) por cima. E pensa daqui e dali vai até a gaveta da geladeira , segue para a cesta da fruteira e descobre umas batatas dando sopa por lá – Pá na hora veio na minha cabeça um cremoso purê de batatas com recheio do molhinho e cobertura de queijo mas tentei deixar de lado as calorias do creme de leite, manteiga e requeijão cremoso do purê e fui nessas batatas com recheio a moda da sobrinha do boi ralado. rs

Cozinhei no vapor rodelas grossas de batatas até ficarem macias, reserve. Regue um refratário que possa ir ao forno com um fio de azeite, repouse metade das batatas e tempere com sal e pimenta moídos na hora – por cima coloque a sua sobrinha de molho de carne moída, fatias de queijo muçarela e cubra com restante das batatas coloque um pouquinho mais de molhinho por cima, mais um pouquinho de muçarela e leve ao forno só para aquecer o molho e derreter o queijo. A sair do forno regue com azeite e polvilho queijo ralado. Sirva quentinho com uma saladinha.

Brigadeiro de vinho do Porto e um novo livro

Recebo um monte e email de pessoas me perguntando sobre livros de gastronomia – se tal livro de receita é bom, se vale tamanho investimento e tals – Então agora vou dar dicas de livro que julgo imperdível por aqui e vc´s amigas(os) se liguem e não percam esse trem.

O Primeiro da fila é o livro de Brigadeiros da Cook Lovers e se depois de ver essa receita quiser comprar um ou presentear alguém já deixo o link aqui. Esse livro veio com receitas de brigadeiros gourmets uma melhor e mais sensacional que a outra e todas muito, muito confiáveis. Já fiz alguns bridadeiros do livro e todos deram certo sem nem um incidente. E dê uma fuçada no site pra ver que kits lindos que tem por lá um mas fofo que outro.

  • 1/2 xícara (chá) de vinho de Porto
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • Glitter comestível para polvilhar (eu utilizei raspas de chocolate branco)

Em uma panela, despeje o vinho do Porto e leve ao fogo médio para reduzir até obter uma calda mais grossa. Desligue o fogo, passe para uma vasilha e reserve. Em outra panela, misture o leite condensado e a manteiga. Quando começar a ferver, abaixe o fogo, misture a calda reduzida de vinho do Porto e mexa até soltar do fundo e adquirir consistência cremosa. Retire do fogo e despeje o brigadeiro em um recipiente untado com manteiga. Deixe esfriar por completo. Com o auxílio de uma colher de chá, preencha pequenos copinhos com o doce e polvilhe com o glitter comestível (ou como no meu caso que foi raspas de chocolate branco).

*Fonte – Livro Brigadeiro

 

Éclair ou bombinhas

Esse é sem dúvida um doce muito procurado nas docerias por aí – mas aqui no Brasil é mas conhecido como “Bomba” mas o mesmo veio da França e acredito que seja um dos doces mais antigos de lá. Além de charmosinho quando feito na sua versão mini ele é extremamente gostoso. Eu fiz com recheio de doce de leite e creme e cobri as duas com um ganache de chocolate meio amargo. Esse coce quando levado a boca explode e te leva ao céu em segundos – pode acreditar.

Massa

200ml de leite
200ml de água
8g de açúcar
8g de flor-de-sal
180g de manteiga
220g de farinha de trigo
300g de ovos

Peneire a farinha e reserve. Ferva o leite com a água, o sal, o açúcar e a manteiga.

Retire do fogo e acrescente a farinha de trigo. Volte ao fogo baixo e misture até a massa desgrudar da panela e da colher.

Coloque a massa na batedeira e bata até esfriar um pouco. Acrescente os ovos, um a um, em temperatura ambiente (espere a massa absorver um ovo antes de acrescentar o outro). A massa estará pronta assim que absorver todos os ovos. Coloque-a em um saco de confeiteiro de bico redondo e liso. E faça pequenos palitinhos com a massa (isso para versão mini) se quiser fazer o tamanho tradicional molde palitos maiores para ficar bombas grandes isso deve ser feito em assadeira forrada com papel manteiga – leve essa assadeira ao freezer até que as éclairs estejam congeladas e depois leve ao forno alto nos primeiros 15 minutos em seguida deixe mais 5 minutos em temperatura média – retire do forno, deixe esfriar e faça um pequeno furinho na pontinha para rechear.

Para o recheio eu utilizei doce leite e também fiz algumas de creme a receita do creme segue a seguir:

  • 3 colheres (sopa cheias pra valer) Maizena
  • 2 gemas
  • 1 lata de Leite Moça
  • a mesma medida de leite – 250 ml só
  • 2 caixinhas de creme de leite de 200 g tipo UHT (acrescidas só na batedeira)
  • 1 colher(sopa cheia) essência de baunilha (acrescidas só na batedeira) – em torta comum eu coloco essencia de baunilha dobrada, para não encarecer, porque Vanilla acaba muito rápido aqui e essencia de Baunilha eu praticamente bebo.
  • no bolo de aniversario eu coloco + 1 colher de chá cheia de açúcar de vanilla

Creme Cozido – Coloque a Maizena e as 2 gemas no fundo da caçarola. Despeje a lata de leite condensado, lave internamente a lata de leite e mais nada. Cozinhe só este pouquinho (vai dar 500 ml de líquido) até engrossar. Despeje o creme quente na batedeira. Acrescente o creme de leite e bata até amornar. Só morno para frio que você acrescenta aessência de baunilha artificial (2 colheradas boas). A essência vai parecer muito. Continue batendo até o creme esfriar totalmente. Quanto mais bate, mais cremoso ficará. Quando desligar vai explodir umas bolhas de ar neste creme.

Para cobrir um ganache de chocolate

Ganache de chocolate amargo

250g chocolate amargo
400g de creme de leite
50g de açúcar invertido ou glucose de milho

Ganache chocolate amargo

Ferva o creme de leite com o açúcar invertido e despeje sobre o chocolate picado. Leve à geladeira para endurecer.

Montagem

Para glacear (ou cobrir parcialmente) as éclairs, coloque a ganache em um pote e amoleça um pouco no microondas. Mergulhe até a metade cada uma das bombinhas recheadas. Mantenha em geladeira.

*O interessante é que você feche com o ganache o buraquinho que utilizou para rechear as bombinhas e depois passe o ganache na parte de cima da mesma esta prontinha.

* A receita desse creme branco não é minha foi a Priscila que me deu essa receita e eu uso muito, muito e muito ele é delícioso e já participou de muitas festas aqui de casa e de outros lares doces lares por aí afora. Se não conhece o blog da Priscila é só entrar aqui.

Um copinho e muitas utilidades…

Esse é 0 novo copinho da Danubio (esse é o meu requeijão predileto) e agora ele vem em copinhos de 140g que são ótimos para servir comidinhas em porções individuais ou sobremesas, também para colocar velinhas ou até mesmo montar pequenos arranjos de flor e o que mais sua imaginação alcançar. A D O R E I!!!

Gelatina mosaico

Eu acredito que toda a casa que tem criança tem nem que seja uma caixinha de gelatina – ela é amada pelos baixinhos e grandinhos e aqui em casa não é diferente. Embora hoje em dia tenha que se tomar muito cuidado com essas caixinhas pois tem marcas que tem até adoçantes misturados. Gelatina purinha, batida como vitamina, com creme de leite, com leite de coco e por aí vai – são mil e uma idéia para utilizar a amada.

Para essa receita eu utilizei 4 sabores de gelatina de sabores diferentes e feito como indicado na embalagem (importante que cada sabor seja colocado em um recipiente sem que se misture os sabores). Depois de todas prontinhas eu cortei cada uma em quadrados e juntei num recipiente grande e reservei. No liquidificador eu bati 1 lata de leite condensado, 1 lata de creme de leite e 12 g de gelatina em pó sem sabor (preparada de acordo com instruções da embalagens) depois de bem misturado junte essa mistura aos cubos de gelatina coloque em uma travessa que vai ser levada a mesa ou unte (com um óleo leve) um recipiente e coloque a mistura – leve a geladeira até que a mistura esteja firme, nesse momento você pode desenformar se essa foi a sua escolha.

Essa é uma ótima pedida de sobremesa para se servir em um churrasco junto com as frutas ou até mesmo num dia quente.

Sobrou carne moída?!?!

Fiz um refogadinho de carne moída, aquele com cara de refogado da vovó – para rechear meu pastel de forno num lanche (jantar) despretencioso esses dias e sobrou o danadinho do recheio que no dia seguinte virou outro lanchinho – “PIZZA”, de restos mortais de carne moída e tá ligado que sobras de carne moída é igual a “Bombril” tem mil e uma utilidade.  Então já sabe né pessoal, sobrou carninha moída faça pizza.

 

Um Ritual Goiâno ….

repetido toda época do milho – e meu primo que é goiâno autêntico , tratou logo de plantar milho na sua chácara e eu que não sou boba nem nada fui pegar carona no ritual e inserir meus filhotes que são goiânos apenas de alma (pois os dois são Paulistanos) nesse ato que pra mim é até cultural. E foi assim que passamos um dia inteiro em família – conversando (entenda-se fofocando) , comendo muito milho (cozido, angú, bolo, bolo de pamonha e por aí vai) e tomando o elixir da beleza a dananada da Coca-Cola gelada.

Depois de separar o milho, retirar os cabelinhos e selecionar as palhas é hora de ralar o milho e agora senta que lá vem história…

A muitos anos atrás o milho era ralado em raladores artesanais, feitos a partir de latas grandes que eram cortadas e perfuradas com a ajuda de um prego, depois do ralo pronto (todo furadinho) era preso na madeira e depois disso entra um adulto na história e ele ia ralando o milho fresquinho, e a criançada da família formava um grande corredor para raspar a sobra de massa que ficava no sabugo – mas hoje goiânia já conta com um ralador elétrico é a modernidade falando mais alto na vida do povo (rs).

A hora de embalar é uma festa só : uma vai arrumando os copinhos de palha e enchendo e outra vai amarrando, e enquanto isso rola comida e bebida e muita animação.

E não é que os pequenos primos dão as mãos e ficam de olho no tacho a espera de uma pamonha fumegante , bem molhinha e com queijo derretendo sair de lá.

Mais a mulherada não deixa a peteca cair e trabalha sem parar.

O fogareiro feito no chão já deixa o tacho quente e a água a borbulhar a espera dos saquinhos do mais puro creme do milho verde.

E depois de tanta espera já podemos comer uma pamonha molinha como deve ser com esse queijo derretendo ou…

Uma pamonha salgada um clássico em Goiás feita com recheio de queijo, jiló e linguiça caipira – eu acho que isso é a noção que tenho do céu.

Henrique e Maria (primos) super obrigada por ter me proporcionado voltar no tempo e lembrar da minha infância o que é melhor proporcionar a mesma experiência a meus filhotes.


Paso de los Toros

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Bom falar dos vinhos argentinos creio que não precisa – tomei vinhos memoráveis por lá e comprei também (rs). Mas esse refrigerante achei interessante por ser diferente é feito de “POMELO” e você sabe o que é? Então aí vai a explicação: O Pomelo é fruta de uma árvore da família Rutaceae com 5 a 8 m de altura que vegeta e produz satisfatoriamente em regiões das mais variadas condições ecológicas. Os frutos podem ser consumidos ao natural, prestando-se para a industrialização, de onde resultam diferentes produtos, como sucos, óleos essenciais e pectina.

O pomelo combina a forma de uma laranja grande e a cor amarela de um limão, ainda que também existam variedades de cor verde, semelhante à pele de uma lima. A tonalidade de sua polpa é variada e atrativa e vai do amarelo ao roxo, passando pelo alaranjado. Mas um fator importante é que esta polpa é rica em carotenóides, pigmentos que lhe conferem a cor alaranjado-arroxeado.

Quanto mais escuro o tom da polpa, maior é a concentração destes pigmentos. Os carotenóides destacam-se no campo da nutrição por sua função antioxidante, e consequentemente, exercem uma ação preventiva nas doenças cardiovasculares.

Além dos carotenóides, o pomelo também é, como os demais citros, rico em vitamina C, que possui funções importantes em nosso organismo, entre as quais o fortalecimento do sistema imunológico. O pomelo possui um sabor menos doce que o da laranja, menos ácido que o do limão e algo de amargo, mas pode ser saboreado fresco, forma em que se aproveita também os benefícios de sua fibra, rica em pectina, ou em suco, podendo ser ainda combinado com o suco de laranja.

Fonte – Wikipédia.