El Sanjuanino

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De acordo com portenhos a melhor empanada do planeta é a feita na Argentina e a melhor da capital é a do famoso San Juanino, polêmicas a parte eu fui conferir de perto a famosa empanada – um composto de farinha, ovos, água e algum tipo de gordura, a massa em formato de meia-lua teve origem na antiga Pérsia, onde era recheada com carneiro. Na Andaluzia, a mesma ganhou o recheio de carne bovina e aportou nas Américas, mas foi principalmente na Argentina, Chile, Bolívia e Colômbia que a empanada realmente virou parte da culinária local. E na Argentina você pode encontrar esse salgado assado ou frito, e encontra na versão jamón y queso (presunto e queijo), queso e cebola ou carne picada na ponta da faca com um molho maravilhoso.

“Comer es un acto biólogico
comer en El Sanjuanino
es un acto cultural”

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Sabe o que esses dedinhos lindos de morrer estão segurando? Sim é mesmo um pedaço de empanada.

*Devo dizer que apesar da fama do lugar e do encando do mesmo, essas não foram as empanadas mais memoráveis que comi por lá e logo logo eu conto pra vocês onde foi que comi as melhores empanadas.

Buenos Aires

Utilizei dicas de amigos e o guia 4 rodas para fazer minha viagem de férias e foi uma viagem memorável pois meu querubim caçula se comportou super bem, deixando até que eu visita-se a museus – mas hoje vou começar pelo Café Tortoni um lugar mágico, delicado e imponente ao mesmo tempo, que conserva sua arquitetura e decoração desde a época que abriu suas portas ao público e isso tem chão viu colegas.

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Aqui a dúvida cruel na escolha do que pedir…

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Eu fiquei completamente apaixonada pelo teto e enquanto namorava o mesmo pensava em quantas boas risadas e histórias esse café me renderia na presença de minha amiga Valentina e Akemi.

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Os churros argentinos são diferentes dos nossos e confesso que prefiro a maneira que eles fazem e esse dulce de leche me fez suspirar e não pense que foi só a mim. 🙂

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E a primeira vez a gente nunca esquece né não?! E o Enzo teve seu primeiro encontro com o doce de leite e el niño se acabou, se entregou sem pudor ao famoso dulce de leche de Los Hermanos. (rs)

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Olha o circo aí gente

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No aniversário do Enzo de um aninho eu queria a alegria do circo, das cores, dos bichos, do trapézio e tudo que o circo nos faz sonhar, e com isso eu tive o palhaçinho mais lindo e encantador do mundo.

Para as lembrançinhas eu fiz essas fofas marmitinhas com as tampas de palhaçinhos e dentro um delícioso recheio de cookies de baunilha e gotas de chocolate – isso tudo pra no dia seguinte a criançada ainda sonhar com a magia do circo. Receita dos cookies você encontra na busca aí na barra ao lado direito.

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Sanduiche de potinho

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Creio que muita gente fez essa receita da Tatiana e eu não poderia ficar de fora e tenho que dizer que a criançada aqui adorou – mas meu recheio fiz bem infantil, um simples molhinho de salsicha e montei da seguinte maneira: Pincelei manteiga no fundo do potinho coloquei uma rodelinha de pão de forma, o molhinho de salsicha e por cima um toque de requeijão de bisnaga – fechei com outra rodelinha de pão de forma, pincelei com egg wash e polvilhei com parmesão ralado.

Fonte – http://www.panelaterapia.com

Uma linda cozinheira

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Desde que Nigella Lawson aportou num canal a cabo em terras tupiniquins, eu acredito que muitas cozinheiras nunca mais foram as mesmas. Ela com suas linhas um tanto quanto arredondadas e com seu cabelo constantemente sendo perfumado com suar das cebolas ou com a fumaçinha e aroma que sobem de suas panelas através dos seus caldos e molhos – com seu dedinho que insiste em não resistir ser passado por sobre suas tigelas e seus constantes assaltos a geladeira na calada da noite, revolucionou as cozinhas e maneira de cozinhar de muitas brasileiras e eu sou apenas mais uma que aumenta a fila dos apaixonados pela maneira simples, gentil e express dessa moça cozinhar. Eu adoro a Nigella e você?

Pão de linguiça defumada

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Eu faço parte do time dos que amam a panificação, não sou nenhuma craque e tal – mas dou meus pulinhos e com esses pequenos pulos tenho feito ao longo da minha vida pães delíciosos. Uma certa vez recebi um email de uma leitora, me perguntando como enrolar pão de linguiça e o recheio ficar por toda a massa, qual era minha técnica se eu misturava a linguiça na massa, se colocava no centro e enrolava como rocambole, enfim hoje vou falar sobre isso. Queria ter tirado fotos do passo a passo mas pra mim isso é estressante, pois tenho que manter o Enzo fora da cozinha (detalhe a cozinha do meu apt é americana – ou seja não tem porta) então tenho lá uma gradinha para conter crianças teimosas do lado de fora – de forma que quando entro só me retiro depois do trabalho pronto pois do contrário vou ouvir outra sessão de choro e reclamação, pois ele me vê e começa todo dramalhão mexicano novamente e eu fico morrendo de pena de ver ele fazendo biquinho e chorando pra mim. rs

ESPONJA

* 1 xícara (chá) de farinha de trigo
* 1 colher (chá) de açúcar
* 15 g de fermento biológico fresco
* 1 1/2 xícara (chá) de leite morno (não pode ser quente)

MASSA

* 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
* 1 colher (chá) de sal
* 1/2 xícara (chá) de manteiga gelada
* 2 ovos em temperatura ambiente

RECHEIO

*2 gomos de linguiças defumadas. Eu cortei em rodelas finas e dei uma leve refogada nas mesmas. *O recheio deve ser colocado sobre a massa já totalmente frio.

Para pincelar egg wash e queijo parmessão ralado para polvilhar por cima.

PREPARO – esponja; numa tigela misture a farinha com açúcar, o fermento e leite, cubra com um filme plástico. Aqueça o forno levemente, desligue e deixe a massa descansar lá dentro por 30mts. Massa – em outra tigela, misture a farinha com o sal e junte a manteiga. Misture com aos mãos e faça uma depressão no centro. Bata os ovos ligeiramente e adicione a depressão. Junte também a esponja. Mexa bem até incorporar todo o líquido. Se ficar grudando muito nas mãos coloque um pouco mais de farinha, mas não muito pois na hora de abrir já vai precisar de um pouco mais de farinha. Transfira para uma superfície polvilhada de farinha e sove a massa por uns 10mts ou até que tenha obtido uma massa elástica. Forme uma bola e coloque em uma tigela untanda com óleo, cubra com filme plástico e deixe descansar por 1hora ou até que tenha dobrado de volume. Abaixe a massa com auxilio do punho e transfira para uma superfície polvilhada com farinha, divida a mesma em 4 pedaços e abra em formato de retângulos – pegue a linguiça e espalhe por 3 desses retângulos e enrole cada um como se fosse rocambole, junte dois um do lado do outro e coloque outro por cima como se fosse formar um triângulo, pegue então esse triângulo e coloque por cima do seu último pedaço de massa e envolva novamente como se fosse um rocambole, coloque então em uma assadeira de anel, polvilhada com farinha de trigo, pincele com egg wash, polvilhe queijo ralado e leve ao forno pré-aquecido em temperatura média até que o pão esteja dourado e assado.

*Fonte – revista Claudia Cozinha

Sushi, o queridinho dos japoneses

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Embora o o primeiro sushi tenha sido criado por um japonês – o cozinheiro Hanaya Yohei – no século XVIII, há notícias de que um aparentado dele era preparado no sudeste asiático muito antes disso. Por volta de 200 anos a.C., os chineses utilizavam a técnica de envolver o peixe prensado em fardos de arroz molhado a fim de preservá-lo por meses. O segredo estava no arroz, que, durante a fermentação, forma ácidos acético e lático, responsáveis por manter a longevidade do pescado. Depois o cereal era descartado.

Ao aportar no arquipélogo japonês, a técnica caiu no gosto dos pescadores. Como eles ficavam dias em alto-mar, esse era o alimento ideal. Com o surgimento do vinagre de arroz, o processo pôde ser aprimorado. O arroz passou a ser cozido e temperado com esse ingrediente, o tempo de preparo limitou-se a uma noite e, então, o peixe poderia ser saboreado fresco, junto com o arroz. Nascia aí o sushi tradicional, ou o namanarizushi, feito especialmente com os peixes tirados da baía de Tóquio e vendidos em pequenas barracas (yatais) espalhadas pelas ruas da capital, chamada Edo no século XIX. A partir daí o bolinho de arroz temperado e o peixe cru ganharia fama e o nome sushi passaria a designar uma grande família de bolinhos de arroz. Como acontece com toda receita que caí no gosto popular, a mistura básica foi sendo adaptada conforme as preferências de cada região e outros ingredientes foram incorporados, entre eles o nori (alga marinha), o wasabi (pasta feita de raíz-forte) e o gengibre – os dois últimos como acompanhamentos por serem bactericidas.

Diferentes nomes foram surgindo a cada nova invenção. Até a receita tradicional recebeu outros dois nomes, niguirizushi e edomaezushi. No caso do tekamaki (enrolado de atum), acredita-se que a receita tenha sido sugerida por um cliente de uma casa de jogos na cidade japonesa de Tekaba. Ele teria pedido ao sushiman que enrolasse o atum e o arroz em uma folha de alga inteira. Já o Kappamaki é uma homenagem ao personagem japonês Kappa (que significa pepino), uma espécie de monstro verde bastante popular naquele país. A apresentação simples e o modo sem cerimônia de saborear o sushi – pode ser levado à boca com a mão, excelente opção para quem não domina muito bem o manejo dos hashis – certamente contribuíram para a aceitação dessa iguaria em outras culturas. A conquista de novos paladares se intensificou nos anos 1980, tanto nos EUA como entre os brasileiros. Por aqui foram criadas tantas adptações nos incontáveis restaurantes especializados que já existe até rodízio de sushi!

Mas entre tantos personagens envolvidos na história, talvez o mais emblemático seja o sushiman. Termo que deixa claro: a prática é dominada por homens, no Japão e em qualquer lugar do planeta. Como essa idéia se firmou não se sabe, mas há versões curiosas. Uma delas explica que os homens japoneses transpiram menos nas mãos do que as mulheres – e o suor interfere no sabor do sushi. Pode-se considerar como certo, porém, que, depois de tanto tempo de reinado masculino, é raro encontrar alguém que, diante de deliciosos sushis, se entreguem sem preconceito sabendo que foram preparados por uma sushiwoman.

*Imagem – retirada da internet
*Fonte – História da gastronomia – Revista Claudia

Olha a carne seca aí gente

Se lembram da carne que morava na minha geladeira? Então ela entrou lá assim e….

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depois de dez dias ela saiu assim

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E vc quer saber como? Foi assim; coloquei sal fino numa assadeira e por cima coloquei um pedaço de 1 1/2 q de coxão mole fresco e cubri com bastante sal fino e levei pra geladeira, 2 dias depois fiz a troca do sal, retirei a carne sequei com papel toalha e lavei e sequei a assadeira e fiz o processo do sal novamente e retornei para a geladeira, 3 dias depois fiz o mesmo processo e depois disso deixei repousando até o décimo dia, e aí sim retirei o sal e já estava prontinha para uso. O sabor maravilhoso, fica perfeito.

*Uma dica se for secar manta de carne sobre manta esse processo de troca da salga e revira da manta tem que acontecer todos os dias, para não juntar larva.

Etiqueta japonesa

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A culinária japonesa já faz parte de muitas mesas brasileiras, já a etiqueta dos japoneses ainda é super desconhecida por essas bandas.

  • Ao visitar alguém, é de bom-tom levar um presente (omiyague). Não precisa ser nada de valor. “Vale mais um bolo que você fez do que um comprado, todo decorado”.
  • O oshibori, aquela toalhinha aquecida oferecida antes da refeição, deve ser usada apenas para limpar as mãos.
  • Os hashis devem ficar paralelos à borda da mesa, nunca perpendiculares ao seu corpo.
  • Normalmente, nas casas japonesas e restaurantes, há um apoio para os hashis. Se não houver, você pode impovisar um, dobrando o envelope dos pauzinhos em forma de nó.
  • Caso você não cosiga manusear o hashi, não precisa ter vergonha de pedir um talher. “Ninguém é obrigado a seguir regras culturais desconhecidas”, pondera Lumi.
  • Nunca espete o hashi na comida. Isso remete aos rituais religiosos em que uma tigela de arroz com um par de hashis espetado é oferecida aos mortos.
  • Se achar que vai derrubar um alimento no meio do caminho entre a mesa e sua boca, levante a tigela ou o pratinho que estiver usando e aproxime-o do seu corpo.
  • No japão, é costume fazer barulho ao sugar sopas. Se não quiser seguir o hábito, não tem problema. Mas assegure ao anfitrião que vocês estão gostando da comida.
  • Em relação à bebida, não é polido servir a si mesmo. Sirva os outros e espere que os outos lhe sirvam.

*E aos japoneses todo meu respeito e carinho.

*Regras passadas pela professora e consultora de etiqueta japonesa Lumi Toyoda. Matéria retirada da revista casa e comida. Imagem retirada do google.