Crepe na rua

Da série coisas que andei comendo nas férias

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Pensa que eu estava num belo restaurante?! Engano seu, eu estava numa feira de rua que existe a bastante tempo em Goiânia, que leva o nome de FEIRA DA LUA! Entre várias coisas que se encontram por lá, tem uma parte da feira todinha dedicada a alimentação, é tudo assim bem limpinho e bem saboroso.

Crepe de chocolate

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Um mimo de quintal

Nos lugares por onde fui passando fui me lembrando de registrar as coisas mas simples e encantadoras que encontrei, e em Caldas Novas encontrei esse quintal fofo, cheio de temperinhos e coisinhas gostosas, eu sempre penso no quanto eu ficaria feliz tendo um local para plantar meu próprio alimento.

Jiló no pé

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Capim cidreira

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Hortelã baiano e bem no cantinho alecrim

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Ultimo jantar antes de viajar

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Antes de sair de viagem eu tinha que acabar com algumas coisinhas que ainda restavam em minha geladeira, então para dar fim em tudo que ainda tinha por lá, optei por um risoto, e esse foi meu ultimo jantar antes de viajar.

O risoto no esquema de sempre se alguém ainda não sabe é só digitar a palavrinha risoto na procura aí, e dar uma olhada. Nesse eu utilizei os restinhos que habitavam minha geladeira, uma abobrinha pequena, um pouquinho de brócolis, um tomate sem sementes, cebola, alho e para finalizar eu utilizei duas colheres de sopa de requeijão cremoso que também estava aberto e precisava ser utilizado. E as barriguinhas daqui ficaram muito feliz. O risoto é uma ótima maneira de aproveitar restinhos de vegetais.

Duas amigas e um jantar

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Dias atrás eu estava a procura de uma receita para meu jantar, chamei minha querida amiga Cris no MSN e perguntei pra ela como poderia fazer a receita do molho barbecue dela modificando o açúcar, pois eu não tinha glucose de milho em casa e já por volta das 17hs não queria mais bater perna no hipermercado, ela como sempre prontamente me ajudou e me orientou direitinho, aí pensei em outra pessoa muito querida pra mim a Clarice, sim ela mesma aquela que pilota perfeitamente o pecado da gula, e com ela aprendi a usar o panko, aqui nessa casa o panko faz sucesso tudo que eu empano com ele depois de fritar ou assar fica mil vezes mais crocânte e sequinho é realmente uma farinha diferente para empanar, ela tem a textura diferente e o resultado final é totalmente diferente também da famosa (aqui no Brasil) farinha de rosca. E foi bem assim unido receitas de duas amigas tão queridas para mim que tive um jantar delícioso! Obrigada sempre por abrir a porta de suas cozinhas sempre com tanto carinho pra mim!

Utilizei iscas de frango, que temperei com o tempeirinho de sempre, limão, alho, sal e pimentinha tudo macerado na hora e depois passei na farinha de trigo, ovos (que bati com um toquinho de sal e pimenta do reino), e por ultimo no panko, e fritei em óleo quente. E saíram assim sequinhos, sequinhos e bem crocântes.

Para o molho:
1/2 xícara de glicose de milho (tipo Karo)1/2 xícara de cebola picadinha (opcional)1/2 xícara de catchup1/4 xícara de vinagre (eu uso de arroz)1/4 xícara mostarda1/4 xícara de molho inglêscheiro verde picado bem finoEu faço este molho de duas maneiras:
1) Derreto a glicose de milho no microondas, misturo tudo aos poucos e vou testando o sabor, acrescento ou reduzo as quantidades dos ingredientes de acordo com meu paladar e sirvo sem cozinhar, neste caso omito a cebola.
2) Numa panela, misturo todos os ingredientes e cozinho por 15 minutos.

A receita do molho eu copiei exatamente como estava no blog da Cris pois ela me autorizou tempos atrás a fazer isso, eu agradeço imensamente a confiança. Cris esse molho é bem mais que maravilhoso ele é mesmo perfeito!

Vou deixar aqui uma foto da farinha panko pra quem não conhece ainda

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Chica doida!

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Essa pra mim foi a sensação da viagem em termos de comida, pois é uma novidade e a considerei uma adorável novidade, trata-se de uma pamonha feita bem molhinha como se fosse um creminho com bastante pimenta, frango desfiado, piqui e milho cristal (milho cristal em goiás é igual a milho refogadinho por aqui), isso tudo com bastante queijo tudo bem quentinho e o queijinho puxa-puxa é realmente uma delícia. Na próxima semana vou testar a receita e se tudo correr bem volto para divulgá-la (risos).

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Um modelo pra mim!

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Ele não é super heroí, não descobriu o Brasil, não resolveu o problema da fome por aqui, nem dá falta de água no Nordeste, mas me levantou quando era criança e volta e meia tomava alguns tombos, fez todos meus sanduchinhos de mortadela e com todo carinho arrumava minha lancheira e me levava para escola, sem falar quando morei com ele na fazenda que ele com todo carinho enterrava as melâncias para que eu pudesse comê-las bem geladinhas e assim combater o calor do cerrado, também me ensinou a nadar, a pescar, a cuidar das galinhas no terreiro, me ensinou a respeitar o próximo, com seu jeito forte e doce ao mesmo tempo, me ensinou a amar e perdoar sempre! Hoje depois de uma longa temporada pude novamente mergulhar no azul da cor do mar de seus olhos e reviver toda a minha vida como se fosse assim um feliz flachback. Eu não posso não dizer que fui feliz em volta dos braços dele, não posso não admitir que ele é tudo pra mim, ele é simplismente meu AVÔ!

Logo as receitas voltam por aqui, amanhã vou ver se consigo postar a sensação do momento em termos gastronômicos no estado de goiás.

Uma ida ao cerrado

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Andando pelas estradas do cerrado posso sentir o cheiro da minha infância, ao fechar os olhos posso sentir o calor do fogão de lenha, o cheiro do biscoito de queijo e o perfume do café fresco, já imagino as flores do piqui, o perfume da dama da noite e essa é realmente a tradução do cerrado que tenho em minhas lembranças! O cerrado é sem dúvidas pra mim encantador!

Logo estarei visitando a todos novamente, e deixo aqui meu muito obrigada pelas visitas e pelos emails, já estou aos poucos respondendo, foi uma viagem legal e também com alguns atropelos mas tudo está bem, vou contando tudo aqui na medida do possível.

CHAMADA!!!!

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Leitoras queridas do estado de Goiás, estou chegando. Na próxima semana já estarei na minha linda e idolatrada, salve-salve terrinha. Vou dividir meus dias de férias entre algumas cidades do estado como: Goiânia, Caldas Novas, Brasilia, Jataí e por aí vai. Se tiver alguém afim de bater um papo, trocar figurinhas e dar um abraço é só me mandar um email nesse endereço: elianascaramal@gmail.com e combinamos tudo direitinho!

*imagem retirada na net- Getty imagens

Pão doce de laranja

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O frio voltou a aparecer em Sampa, e eu assim determinada a esvaziar a geladeira pois vou viajar no final da semana e tinha lá meia latinha de leite condensado então pensei hoje está um dia perfeito para ligar o forno e aquecer meu pequeno cafofo, e de quebra perfumá-lo com um cheirinho cítrico e depois me sentar e tomar um chá. Então fiquei pensando, e tive a idéia de pegar a receita do forrobodó e transformar nessas pequenas tranças docinhas para acompanhar meu chá de canela. Antes de começar a fazer a massa já tratei de ligar o forno e aquecer minha cozinha (nesse momento me lembrei de quando era criança e morava na fazenda, nos dias mais frios usavamos o fogão de lenha para nos aquecer), e aí com uma musiquinha tocando e o calorzinho do forno se espalhando pela cozinha comecei a fazer meu pão doce, para crescer eu abafei com um paninho limpo e deixei por cima do fogão pois o mesmo estava quentinho por conta do forno ligado. A receita da massa você pode conferir aqui! E eu utilizei apenas 2 ovos para fazer meia receita e também coloquei raspinhas de casca de laranja na massa, e para cobertura eu utilizei um pouco de açúcar de confeiteiro e fui pingando suco de laranja aos poucos até ficar numa consistência pastosa (não deve ficar líquido), depois dos pãezinhos totalmente frios eu passei a cobertura e deixei secar.

Batata-doce assada com mel

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Mais uma receitinha em ritmo de festa junina, pois por aqui já tem bolo de fubá salgado, bolo de fubá, canjica, sorvete de paçoquinha e mais outras coisinhas típicas desse mês festeiro. E essa batata estava na minha lista a muito tempo, eis que algumas semanas atrás o filho de uma amiga fez aniversário e ela logo pensou em fazer uma festa junina para comemorar, e eu me lembrei dessa receita que estava guardada e imediatamente passei para ela, ela fez e logo fui eu experimentar antes mesmo da festa acontecer, e levei um susto pois a receita que eu pouca bola dei e ficou tanto tempo guardada era um tesouro, fiquei tentando me lembrar de uma receita que tenha feito com batata-doce que tenha ficado tão boa quanto essa, e realmente passei semanas com isso na cabeça e cheguei a conclusão que não tem, essa ganhou em disparado a lista enorme de receitas com batata-doce já produzida em meu cafofo. Uma casca sequinha e adocicada e por dentro um creme de batata, bem macia! Essas foram as palavras que achei para definir a textura dessa batata.

  • 6 colheres (sopa) de manteiga
  • 4 colheres (sopa) de mel
  • 1 colher (chá) de suco de limão
  • 1 q de batata-doce, sem casca, cortada em pedaços
  • 1 pitata de pimenta-do-reino branca
  • 1 pitada de sal
  • Folhas de salvia para decorar

Aqueça o forno em temperatura média. Arrume os pedaços de batata-doce em um refratário médio e reserve. Numa panela pequena, misture a manteiga com o mel o suco de limão e leve ao fogo médio, mexendo às vezes, até a menteiga derreter. Derrame essa mistura sobre a batata e tempere com o sal e a pimenta. Leve ao forno, mexendo às vezes, por 50 minutos ou até que a batata doure e fique macia. Decore com a sálvia fresca.

*Fonte: Revista Claudia Cozinha