Medalhinhas de carne moída empanadas

 

Para um almoço rápido eu sempre tenho um saquinho de medalhinhas de carne moída de boi ou frango no freezer e você pode fazer bifinhos simples, você pode assá-los por cima de uma cama de batatas ou então você pode empanar , fritar e cobrir com molhinho de tomate caprichado e um queijo derretendo – fica tipo vestido para festa e se tiver  criançada em casa , abaixe a guarda e sirva batatas fritas (porque de vez em quando pode amiga) rs.

Para fazer as medalhinhas eu utilizo : 500 g de carne moída – 2 colheres (sopa) de aveia em flocos finos – 1 pouquinho de manteiga sem sal – cheiro verde picadinho – sal e pimenta moídos na hora. Mexo bem para homogenizar e moldo as medalhinhas como se fosse hamburguinhos mas menores e um pouquinho mais gordinhos. Se quiser empanar faça assim: passa primeiro na farinha de trigo, depois no leite e por último na farinha de rosca ou panco. Coloque um pouco de óleo na frigideira deixe aquecer e frite as medalhinhas – depois faça aquele seu molho de tomate esperto ou pode ser aquele molho pronto que você curte, coloque por cima e cubra com queijo muçarela e leve ao forno apenas para derreter o queijo. Sirva com arroz branco ou salada e batatas fritas.

Minha avó era chique e….

não sabia (rs). Uma técnica que existe a mais de 2 mil anos e que perdeu forças quando as casas foram invadidas por refrigeradores elétricos (é cumadi a tal da modernidade) – mas agora ela, a tão esquecida carne de lata recebeu um nome para seu preparo e ficou chique de doer amiguinha e a técnica tem nome de “confit” só que com a modernidade batendo na porta a técnica perdeu o caráter funcional e de necessidade e virou iguaria. É servida em alguns restaurantes badalados e com preçinhos salgados viu?! Na roça a carne de lata era feita tradicionalmente com carne de porco e linguiça – mas hoje já se usa a técnica para confitar tomates, alho , bacalhau e muito mais. Com minha ida a casa do meu pai voltei com uma latinha de carne de porco feita na chácara mesmo com um porco caipira e o sabor é de doer mulherada é bom demais. Eu chamaria de caixinha de jóia.

  • 1 q de costelinha de porco
  • 1 q de banha de porco
  • 4 gomos de linguiça fresca de pernil
  • 50 g de alho
  • Sal e pimenta do reino a gosto
  • 120 ml de água ou vinho branco

Separe as costelinhas em peças de um ou dois ossinhos e temperar com sal, pimenta e vinho (se for utilizar – agora se for usar água coloque um pouquinho de vinagre ou limão na carne) e deixe marinar por 24h. Adicionar a costelinha e linguiça na banha derretida e cozinhar em fogo bem baixinho por 4 a 5 horas – vai mexendo uma vez ou outra e você também pode fazer esse processo no forno aquecido a 80graus e vai demorar 5 a 6 horas. Depois de fria guarde a carne em lata e é preciso que fica completamente dentro da banha e dura 6 meses assim. Para servir aqueça os pedaços com um pouco da própria banha, some uns dentes de alho e sirva acompanhado de arroz branco, salada, farofa e feijão.

*Para confitar tomate, alho e por aí vai – a banha não serve viu meninas – mas fiquem ligadinhas que logo vem o confit desses itens.

 

 

 

 

Desconfiadinho com restos mortais de purê de batata

Como diria a querida Nina Horta ou até mesmo Carla Pernambuco o amado escondidinho deveria se chamar “desconfiadinho” pois hoje em dia fazemos o prato com o que temos em casa de forma que nem sempre vamos encontrar carne de sol desfiada e coberta com um denso purê de mandioca. Depois de um parmegiana servido com um purê de batatas de pirar o cabeção de tão bom que ficou só me restou dar um fim digno aos restos do mesmo e foi assim que lancei mão de um refogado de carne moída com ervilhas – aquele amiguinha que você faz com seus temperinhos prediletos e amados. Então você só precisa colocar esse refogado no fundo do recipiente escolhido – cobrir com uma boa camada de requeijão de bisnaga e depois deitar aquele purê de batatas (que foi levado ao fogo novamente e foi somado um pouquinho de leite uma boa colherada de requeijão cremoso e foi bem mexido para ter uma consistência macia novamente) e então foi só finalizar com parmesão e levar ao forno.

 

*Para gratinar eu utilizei o grill do forno – mas você pode usar o forninho elétrico ou até mesmo o maçarico.

 

Meatloaf

Esse bolo de carne já foi feito por muitas blogueiras e devo dizer que agora ele faz parte das receitas top10 de bolos de carne da minha top lista. rs Ele fica úmido, levemente adocicado e defumado pelo sabor da mistura de catchup e molho inglês. Acompanhou super bem meu arroz japonês e fez bonito, além de tudo é super simples executar a receita, eu até diria que se encaixa no express – se não fosse o tempo de forno.

Mrs. Beam’s Meatloaf

(Bolo de Carne da Sra. Beam)

500g de carne moída (eu uso patinho)

1/2 xícara de aveia em flocos finos

2/3 xícara de leite (eu uso desnatado)

1 cebola pequena, picada (eu uso uma cebola grande)

2/3 colher (chá) de sal

1/2 colher (chá) de pimenta-do-reino


Para o molho, misture bem:

2/3 xícara de catchup

2 colheres (sopa) de vinagre de maçã

Pouco menos de 1/2 xícara de água

1 1/2 colher (sopa) de molho inglês

1 1/2 colher (sopa) de açúcar
Pré-aqueça o forno a 180 graus. Misture a carne, a aveia, o leite, a cebola, o sal e a pimenta. Coloque em uma fôrma de bolo inglês, untada com margarina. Espalhe o molho por cima. Asse por 1 hora e meia.

Fonte – Blog Cinara´s Place

Boi ralado com pequi e sabe por quê?

Eu estou em Goiás.

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E para fazer é super simples – aqueça em uma panela de fundo pesado um fio de óleo vegetal, e refogue 300g de carne moída quando a carne estiver sequinha some uma cebola picadinha e dois dentes alho macerado com sal e pimenta e junte as fitas de pequi – nesse momento você começa a pingar água quente e vai fazendo isso até que o pequi esteja macio. Assim que o pequi fique macio, desligue o fogo e coloque cheiro verde picadinho. Sirva com arroz branco e salada de folhas.

*Hoje eu voltei no tempo e me vi criança e a comida tem o poder de nos fazer viajar, não é demais?

Bifinho do dia a dia com toque da cultura do vizinho

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Foi feriado dei um pulinho ali em Minas, voltei e fiquei as voltas com malas pois agora ja estou fazendo as malas novamente para ir até Goiânia e por falar nisso se tiver alguma cumadre ou cumpadre afim de tomar um café entre em contato pelo email, logo em seguida vou dar uma passeada em Buenos Aires e digo o mesmo se tiver alguém afim de tomar um café é só chamar. Mas a programação aqui vai continuar pois como dizem “o show não pode parar”.

Hoje vim deixar a dica desse suculento bifinho, feito ao ponto e temperado com sal, um toque de azeite , pimenta moída na hora e chimichurri que é realmente incrível no bife do dia a dia, dá uma cara festiva ao negócio e faz sua comida mudar de cara, manja? Então depois de temperado eu aqueci bem, mas muito bem mesmo uma chapa de ferro e aí sim grelhei meus bifes que aqui o eleitorado gosta ao ponto, retirei-os da grelha e adicionei cebolas em rodelas e dei uma pequena borrifada de vinagre de alho por cima e deixei dourar – as servi sobre os bifes acompanhado de arroz e salada de folhas.

Vamos as considerações, a chapa não precisa ser untada com óleo pois no bife já foi uma regadinha de azeite.
Cimichurri é um tempero dos irmãos Argentinos que fica divino utilizado para temperar carnes vermelhas e dá um perfume incrível. Também é excelente para aromatizar um azeite e servir de entradinha com fatias de pão bem rústico.

Bife à rolê tropical

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Bife à rolê é pra mim uma receita genial, pois nos permite viajar nos recheios e molhos. Transformando assim a comidinha de todos os dias em uma comida especial – pois vamos combinar que quem cozinha todos os dias, almoço e jantar as vezes fica sem saída para mudar a refeição. E aquele tradicional bifinho à rolê da mamãe e vovó hoje tem releituras com molhos e recheios tão maravilhosos quanto o delas. E agora fico aguardando nos comentários a sua receita de bife à rolê, deixe aí que vou reproduzir aqui na minha cozinha.

  • 600 g de coxão duro em bifes finos
  • 2 dentes de alho picados
  • Sal e pimenta à gosto
  • 3 unidades de banana da terra
  • 60 g de bacon em fatias finas
  • 1 lata de tomate pelado
  • 150ml de caldo de legumes
  • 70ml de vinho tint0
  • Cebolinha e salsinha para finalizar o prato
  • Palitos para fechar os bifes

Coloque as fatias de bacon um pouquinho no forno só para desitradar um pouco. Tempere os bifes com alho, sal e pimenta e um toquinho de azeite. Recheie os bifes com as bananas envolta nas fatias de bacon e feche com a ajuda de um palito de dente. Em uma panela de pressão doure os bifes num fio de óleo vegetal, acrescente o vinho o tomate pelado o caldo de legumes. Feche a panela e deixe na pressão por 15mts, abra a panela caso o molho não tenha ficado encorpado deixe apurar um pouco e sirva com arroz branco, salada e batatas fritas, ou polenta.

Arroz e uma nova saga

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A alguns dias eu fui a um churrasco para comemorar o batizado da querida e linda Valentina – o batizado foi super bonito ela com um vestido lindo e o churrasco uma delícia, cheio de pessoas legais e crianças correndo por todos os lados e o Enzo não deu sossego para o cabelinho da princesa que estava amarradinho estilo pedrita. Bom o fato é que ao terminar a festa e a comilança sem medida ( abafa essa parte), houve uma sobra enorme de arroz e a Vivi minha amiga mãe da Valentina perguntou se eu queria (imagina se macaco recusa banana né) mas do que depresa eu peguei a panela enorme de arroz – e eis que foram longos dias de uma delíciosa saga – aqui em casa eles aprovaram todas as receitas. E eu espero que vocês gostem aproveite alguma dica.

Waffle de arroz

  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
  • 1/4 xícara (chá) de óleo de canola
  • 1 colher (sobremesa) de fermento em pó
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 xícara (chá) de arroz cozido
  • 2 ovos
  • Salsinha e cebolinha picados à gosto

Bater todos ingredientes no liquidificador exceto o fermento em pó. Retire a massa do aparelho coloque num recipiente grande e some o fermento misturando delicadamente. Aqueça seu aparelho de waffle, coloque o tanto de massa suficiente para cobrir o aparelho e feche o mesmo e espere assar e dourar. Eu servi com um saboroso molho de estrogonofe de carne moída (a receita você também encontra aqui no blog).

Coração sofrido no tomate

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Já posso ver muitas carinhas feias para essa receita ou melhor para essa dica – mas olha só, tenho que dizer que é bem saboroso e sou uma pessoa que acredita que todos devem dar uma chance e provar de tudo e aí sim descobrir se gosta ou não. E te falo mais esse coração de galinha dá um ótimo petisco.

Para fazer essa receita basta limpar 500g de coração de galinha e temperar com shoy e alho – deixe marinar por umas duas horas. Aqueça um fio de óleo vegetal numa panela de fundo grosso – coloque 3 dentes de alho picados para dourar com 1 cebola grande cortada em cubos – assim que a cebola ficar transparente junte os corações e deixe refogar só o tempo de pegar o tempero – junte 1 lata de tomate pelado e deixe o coração cozinhar bem e molho ficar bem apuradinho – faça a correção de tempero com o sal e pimenta moída na hora – salpique salsinha e cebolinha picados e regue com um fio azeite. Sirva com torradas ou se for o caso de almoço acompanhado de um arroz branco e uma salada.

Costela americana

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Um dia desses eu estava sentada na frente da tv, coisa rara quando se tem duas crianças em casa e aí coloquei no VIVA e estava passando o programa da Ana – ela fez essa costela e puxava os ossos e os mesmos soltavam com facilidade e a tal costela tinha um molho denso e uma cor escura que me fez ficar de antenas ligadas e quando ela experimentou os tais anéis de cebola e dava para ouvir a crocância da massinha que ela utilizou para empanar a tal cebola eu que tinha um pedaço de costela no freezer não resisti e fiz a receita – minhas considerações a carne fica perfeita, macia e adoçicada no ponto correto – o molho precisa bem mas tempo do que o citado na receita para atingir a espessura que eu acho adequada e a tal cebola perfeita.

  • 2 xícaras (chá) de açúcar mascavo
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1 xícara (chá) de suco concentrado de abacaxi
  • 1 xícara (chá) de molho shoyu
  • 1 colher (sopa) de alho picado
  • sal e pimenta do reino a gosto
  • 1 costela de porco (+/- 1,2 kg)

Anéis de cebola

  • 1 copo (tipo americano) de cerveja clara
  • 1 copo (tipo americano) de farinha de trigo
  • Sal a gosto
  • Ervas picadas a gosto (sálvia, alecrim e tomilho)
  • Pimenta calabresa a gosto
  • 1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado
  • 3 cebolas grandes cortadas em anéis de +/- 1 cm
  • Óleo para fritar

modo de preparo

1 – Numa tigela prepare uma marinada com 2 xícaras (chá) de açúcar mascavo, 1 xícara (chá) de açúcar, 1 xícara (chá) de suco concentrado de abacaxi, 1 xícara (chá) de molho shoyu, 1 colher (sopa) de alho picado, sal e pimenta do reino a gosto e misture bem.

2 – Dentro de um saco plástico coloque 1 costela de porco (+/- 1,2 kg) e a marinada (feita acima), feche o saco e mexa bem. Leve para a geladeira e deixe reservada por 24 h.

3 – Depois deste tempo abra o saco plástico, retire a costela e coloque-a numa assadeira com o osso para baixo. Despeje sobre a costela toda a marinada. Cubra com papel alumínio, tomando o cuidado para fechar bem as pontas do papel alumínio nas bordas da assadeira (para formar uma estufa) e leve para assar em forno pré-aquecido a 150 graus por 2h.

4 – Retire o papel alumínio, vire a costela, volte para o forno e deixe +/- 15 minutos para caramelizar a costela. Sirva com cebolas tirolesas.

Anéis de cebola

1 – Em uma tigela misture 1 copo (tipo americano) de cerveja, 1 copo (tipo americano) de farinha de trigo, sal e ervas picadas a gosto (sálvia, alecrim e tomilho), pimenta calabresa a gosto e 1 colher (sopa) de queijo parmesão ralado. Deixe descansar por 20 min.

2 – Passe os anéis de cebola na mistura de cerveja e farinha de trigo e frite, aos poucos, em óleo com temperatura moderada (160 a 170 graus). Escorra em papel absorvente e sirva quente acompanhando a costela à americana.

Fonte – Programa Mais Você