Falsa torta

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Sabe o recheio do rocambole de frango postado a poucos dias? Pois é, minhas amigas o bichinho rendeu viu, a história foi a seguinte eu fiz o recheio para o rocambole que ia levar para casa da minha sogra o recheio se multiplicou e foi parar no freezer e na semana passada eu passei a mão no danadinho e utilizei em mais duas receitas que você vão ver por aqui essa semana – uma delas é exatamente essa falsa torta e porque desse nome? Simples, eu a apelidei assim pela falta de massa por baixo, acho que aí muda um pouco da extrutura de tortas de frango comum e então eu resolvi colocar esse nome – o fato é que o reaproveitamento ficou excelente, simples e de rápida confecção – sim porque a noite aqui o bicho pega, são duas crianças querendo comer um marido morto de fome e uma mulher insana no fogão e arrumando a mesa, né brinquedo não. rs

E a confecção foi da seguinte maneira; Untei um recipiente com azeite, deitei o meu recheio por cima e cubri com uma generosa camada de requeijão de bisnaga (requeijão firme) e fechei com queijo mussarela – para capa da torta eu utilizei massa folhada laminada (que tenho sempre no meu freezer), pincelei com egg wash (mistura de ovo e água) e levei ao forno até que massa ficasse bem douradinha e quebradiça. Um suco uma salada e um jantar pronto.

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Na emergência – no último minuto do segundo tempo

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Sempre deixo um molhinho gostoso de tomate com carne moída morando no meu freezer – pois posso até passar uma semana sem precisar usá-lo mas sei que logo ele me será muito útil. E foi num dia desse que passei a mão num pacotinho de nhoque pronto no supermercado, aquele nhoque cafajeste de farinha de trigo e não de batata apenas – mas que com um bom molho e regado com um bom azeite e coberto por um parmessão delícioso ele faz bonito.

Rocambole de frango

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Quando cheguei nessa cozinha selecionei várias receitas e pra começar a escolhida foi esse belo rocambole – dono de uma massa super fofa e super fácil de fazer e que permite pirar o cabeção na hora de rechear pois a massa bem neutra cabe qualquer recheio. Eu já fiquei imaginando de bacalhau para receber alguns bons amigos, fala a verdade ele iria fazer bonito né não? Andréa a você todo meu carinho e agradecimento por dividir receitas e truques tão legais.

Minha massa ficou bem amarelinha e não é corante não amiguinha são apenas ovos caipiras – olha que tom mais lindo eles deram no meu rocambole.

  • 5 ovos (gemas sem a película)
  • 5 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 1/2 colher (chá) de sal
  • 1 colher (chá) de fermento em pó

Bata as claras em neve bem firme, diminua a velocidade da batedeira e vá acrescentando as gemas uma à uma, desligue a batedeira e acrescente a farinha de trigo aos poucos e depois acrescente o sal e o fermento. Leve ao forno preaquecido em uma assadeira forrada com papel manteiga por aproximadamente 15mts. Retire do forno espere amornar, aplique o recheio e enrole como um rocambole.

Para o meu recheio – Eu tinha peito de frango cozido em caldo de galinha e desfiado no freezer – então foi só descongelar , aquecer uma frigideira grande regar com um fio de óleo vegetal e suar meia cebola bem picada com um dente de alho grande – juntei o frango desfiado deixei refogar um pouco somei um pouco de tomates pelados e aí foi dar uma procurada nas sobrinhas da geladeira e foi então que acrescentei, ervilhas, milho, azeitonas picadinhas, salsinha e cebolinha – acertei o tempero (sal e pimenta) somei uma colher de sopa de requeijão cremoso e uma chuvinha de farinha de trigo só para firmar o recheio e pronto. Depois de frio e com a massa do rocambole pronta eu segui dessa maneira; Sobre a massa passei uma generosa camada de requeijão firme (requeijão de bisnaga) deitei sobre ele o recheio de frango e enrolei. Depois desse passo você pode cobrir com maionese e decorar a gosto, mas aqui eu servi assim sem nada pode cima e acho que com uma saladinha fica perfeito.

*Fonte – Quitutes da Andréa

Risoto de limão

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O tempinho agora permite uma chama a todo vapor e até mesmo um forno bem quentinho e isso significa que esta aberta a temporada de risoto, sopas, caldos, creminhos, pães e bolinhos e isso também quer dizer que minha casa volta a ficar perfumada com cheirinho que exala da minha pequena e preciosa cozinha o que faz meu filhote mais velho por vezes vim correndo do seu quarto perguntar assim ; Mamãe o que você está fazendo na cozinha? Que cheiro bom! rs

  • 60 g de manteiga
  • 1 cebola média bem picadinha
  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva
  • 300 g de arroz para risoto
  • 1 litro de caldo de legumes
  • raspa da casca e suco de 1/2 limão-siciliano
  • 1 gema de ovo
  • 4 colheres (sopa) de queijo parmesão ralado, mais um pouco para polvilhar
  • 4 colheres (sopa) de creme de leite com alto teor de gordura
  • Sal e pimenta-do-reino moída na hora – de preferência branca

Aqueça numa panela de fundo pesado metade da manteiga, o azeite e deixe a cebola suar, tomando cuidado para essa cebola não pegar no fundo da panela (não deixar dourar). Coloque o arroz, mexendo para ficar bem impregnado com a manteiga e o azeite de oliva. Enquanto isso, aqueça o caldo em outra panela e o mantenha em fogo brando. Ponha uma concha de caldo no arroz e mexa até o caldo ser absorvido. Junte outra concha e mexa outra vez. Vá repetindo e continue a mexer até o arroz ficar al dente. Talvez não seja necessário usar todo o caldo, mas pode ser também que ele não seja suficiente, e então você terá de completar com água quente. Com o arroz já no ponto, junte as raspas de limão ao risoto. Em uma tigela pequena, bata a gema o suco de limão, o queijo parmesão, o creme de leite e a pimenta. Com o risoto pronto – tire do fogo e junte a mistura de ovo e limão, o resto da manteiga corrija o sal. Sirva regado com azeite e polvilhado com queijo parmesão.

*Fonte – Nigella Bites

O clássico para dar fim a saga

É ele mesmo colega, o famoso bolinho de arroz – aquele que toda cumadre tem sua própria receita eu também tenho a minha mas olha não sou metida não, gosto tanto de bolinho de arroz que já fiz várias versões vindas das cumadres blogueiras. E a receita é só colocar na busca aí do lado direito.

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* A foto é antiga porque não vi motivo para tirar uma nova. 😉

"Saga" – Arroz à piamontese

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Pessoal a saga esta chegando ao fim só vem por aí mais uma receitinha e pronto, pois creio que vocês já não aguentam mais tanta receita de arroz (rs). Mas é assim cumadre tudo na cozinha tem que ter um fim digno. Esse arroz com nome tão cheio de rococó eu faço da minha maneira aproveitando sobras de arroz e faço da receita de rococó uma receita simples sem mistérios e muito saborosa.

  • 2 xícaras (chá) de arroz pronto
  • 1 colher (sobremesa) de manteiga com sal
  • 1/2 cebola bem picadinha
  • 150 g de champignon laminados
  • 1 caixinha de creme de leite
  • 2 colheres (sopa) de requeijão cremoso
  • Parmesão ralado
  • Sal e pimenta moída na hora

Aqueça em uma frigideira grande a manteiga e deixe a cebola ficar transparente nesse momento junte o champignon, arroz e deixe refogar um tantinho pra pegar o gostinho da cebola, manteiga e tal, com o arroz já refogadinho junte o creme de leite, requeijão cremoso – some a essa mistura um bom punhado de parmesão ralado corrija o tempero com sal e pimenta e pronto como num passe de magica você terá um delícioso arroz para seu almoço.

* Eu utilizei manteiga com sal por conta de que não tinha sal no meu arroz.

"Saga" – Rolinho de berinjela com recheio de arroz

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Bom dando continuidade a minha saga sigo com essa receita. Quando estava fazendo fiquei me lembrando das pessoas que davam vida na cozinha da minha casa quando era criança e todas falando da necessidade de não se jogar nada no lixo e isso é verdadeiramente importante isso não vem de hoje então amiguinhas se liga e não vamos deixar nada da nossa cozinha ir parar no lixo. Essa é mais uma maneira simples e delíciosa de aproveitar a sobrinha de arroz de todos os dias, o sabor cítrico que confere a receita combina muito bem com um dia quente e ensolarado mas por outro lado seu molhinho de tomates coberto com parmesão ralado na hora e um fio de azeite também pode dar a sensação de conforto no inverno.

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  • 3 berinjelas (eu utilizei a japonesa)
  • 250 g de sobras de arroz
  • 4 ramos de hortelã picadinho
  • 150 g de queijo branco em cubos pequenos
  • Suco de meio limão
  • 1/2 xícara (chá) de cheiro verde picadinho
  • Sal, pimenta-do-reino e azeite para temperar o arroz
  • 4 tomates
  • 1/2 cebola picada
  • 2 dentes de alho picados
  • Sal e pimenta
  • Azeita (para fazer o molho)

Corte as berinjelas no sentido do comprimento e em tiras finas e grelhe num frideira quente com fio de azeite e reserve. Numa travessa grande coloque o arroz e some a hortelã, cheiro-verde, queijo branco, pimenta-do-reino (de preferência moída na hora), um bom fio de azeite e sal (no caso do seu arroz ser como o meu e não conter sal) some o suco de limão e misture bem – coloque um pouco da mistura na tira de berinjela reserva e forme o rolinho eu os coloquei na travessa todos em pé. Numa frigideira grande de fundo pesado aqueça um pouco de azeite e refogue o alho e a cebola até ficarem transparentes some os tomates picados em cubos -tempere com sal e pimenta (se tiver pode até perfumar com um pouquinho de manjericão fresco) e deixe esse molho ficar encorpadinho depois de pronto cubra seus rolinhos, rale parmesão por cima e some mas um fiozinho de azeite e leve ao forno só para aquecer e aí colega é só se jogar.

*Se você não vai utilizar a berinjela japonesa então vai ter necessidade de deixar as fitas de berinjela de molho em água para retirar o amargo.

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Saga continua com o arroz biro-biro

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Esse arroz é uma bomba calórica e nem preciso dizer que também uma bomba quando falamos de algo muito saboroso – pensa cumadre em algo realmente simples e gostoso e que nos dá um prazer enorme em saborear?! Taí a receita – nesses momentos a gente tem que dar uma de Nigella e se entregar sem culpa nem pudor, e foi bem isso que o eleitorado da minha casa fez – e se acabaram no biro-biro.
Diz a história que nos anos 80 o jogador de futebol Antonio José da Silva Filho, conhecido como Biro-Biro do Corinthians, frequentava um restaurante e fazia sempre o mesmo pedido: – Em casa eu como arroz com ovo e batata palha. Tem como fazer pra mim? E assim nasceu o arroz Biro-Biro que virou uma das guarnições mais conhecidas dentre os chefs brasileiros e quase todo restaurante que vou em Sampa tem o famoso arroz no cardápio.

2 xícaras (chá) de sobras de arroz , aqueça uma frigideira grande de fundo pesado com um fio de óleo vegetal (amiguinha é fiozinho mesmo) nesse óleo frite 100g de bacon cortado em cubinho até virar torresminhos – retire esses cubinhos de bacon da frideira e deixe escorre sobre um papel toalha – retire o excesso de gordura que se formou e nesta mesma frigideira coloque 3 ovos tempere com toque bem leve e sal e pimenta-do-reino moída na hora – mexa bem pois você precisa ter um ovo mexido quando estiver no ponto some o arroz, o bacon, e finalize com cheiro verde picadinho e batata palha.

Arroz e uma nova saga

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A alguns dias eu fui a um churrasco para comemorar o batizado da querida e linda Valentina – o batizado foi super bonito ela com um vestido lindo e o churrasco uma delícia, cheio de pessoas legais e crianças correndo por todos os lados e o Enzo não deu sossego para o cabelinho da princesa que estava amarradinho estilo pedrita. Bom o fato é que ao terminar a festa e a comilança sem medida ( abafa essa parte), houve uma sobra enorme de arroz e a Vivi minha amiga mãe da Valentina perguntou se eu queria (imagina se macaco recusa banana né) mas do que depresa eu peguei a panela enorme de arroz – e eis que foram longos dias de uma delíciosa saga – aqui em casa eles aprovaram todas as receitas. E eu espero que vocês gostem aproveite alguma dica.

Waffle de arroz

  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
  • 1/4 xícara (chá) de óleo de canola
  • 1 colher (sobremesa) de fermento em pó
  • 1 colher (chá) de sal
  • 1 xícara (chá) de arroz cozido
  • 2 ovos
  • Salsinha e cebolinha picados à gosto

Bater todos ingredientes no liquidificador exceto o fermento em pó. Retire a massa do aparelho coloque num recipiente grande e some o fermento misturando delicadamente. Aqueça seu aparelho de waffle, coloque o tanto de massa suficiente para cobrir o aparelho e feche o mesmo e espere assar e dourar. Eu servi com um saboroso molho de estrogonofe de carne moída (a receita você também encontra aqui no blog).

Pão de abóbora com coco divino – da vizinha!

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Esse pão é continuidade a saga da abóbora e quando vi essa receita na cozinha da vizinha Akemi não tive dúvidas e lancei mão de mais um pedaço da minha enorme abóbora e fui para cozinha e quer saber se me arrependi? Não, sem dúvida alguma não me arrependi e vou fazer muitas outras vezes esse delícioso pãozinho. Uma massa leve muito muito macia com uma cobertura perfeita a dica é quente não deixem de fazer esse pãozinho.

Pão de abóbora e coco

Rendeu uma forma quadrada de 25×25 cm

* xícara de 200ml

250 g de abóbora pesada sem casca e sementes cozida
água do cozimento da abóbora
1/2 xícara de coco ralado
1 ovo grande batido (guarde um pouquinho para pincelar os pães)
1 colher (sopa) rasa de fermento seco para pão
1/2 xícara de açúcar branco
50ml de óleo de canola
uma boa pitada de sal
farinha de trigo comum o suficiente (mais ou menos 500g)

Cozinhe a abóbora em pouca água. Amasse com espremedor de batatas numa vasilha grande. Junte o coco ralado e a água do cozimento para hidratar o coco. Misture bem e deixe amornar.
Junte os demais ingredientes e vá adicionando a farinha aos poucos. Eu coloquei mais um pouco de água morna porque sobrou bem pouca água do cozimento da abóbora. Quando absorver farinha o suficiente, jogue sobre a mesa e dê uma sovada de leve, sempre polvilhando mais farinha para não grudar. A massa vai continuar grudenta mas se ela estiver lisa e elástica, estará no ponto. Faça uma bola com a massa e volte à vasilha. Cubra com filme plástico e deixe descansar por 1 hora. Modele as bolinhas, enfarinhando as mãos caso a massa esteja muito grudenta (consegui 16) e coloque numa assadeira forrada com papel manteiga uma do lado da outra, bem pertinho. Cubra com filme novamente e deixe crescer por mais 15 ou 20 minutos.
Pré-aqueça o forno a 180oC.
Pincele levemente a superfície dos pães com o ovo batido reservado e leve ao forno. Deixe por uns 30 minutos ou até que fiquem coradinhos. Se ficarem corados muito depressa, cubra com papel alumínio e termine de assar. Retire do forno e espalhe a calda de coco em seguida.

Calda de coco:

4 colheres (sopa) de açúcar
150ml de leite
1/2 xícara de coco ralado

Leve tudo ao fogo numa panelinha e deixe ferver.

Fonte – Blog Pecado da Gula