Ele não é super heroí, não descobriu o Brasil, não resolveu o problema da fome por aqui, nem dá falta de água no Nordeste, mas me levantou quando era criança e volta e meia tomava alguns tombos, fez todos meus sanduchinhos de mortadela e com todo carinho arrumava minha lancheira e me levava para escola, sem falar quando morei com ele na fazenda que ele com todo carinho enterrava as melâncias para que eu pudesse comê-las bem geladinhas e assim combater o calor do cerrado, também me ensinou a nadar, a pescar, a cuidar das galinhas no terreiro, me ensinou a respeitar o próximo, com seu jeito forte e doce ao mesmo tempo, me ensinou a amar e perdoar sempre! Hoje depois de uma longa temporada pude novamente mergulhar no azul da cor do mar de seus olhos e reviver toda a minha vida como se fosse assim um feliz flachback. Eu não posso não dizer que fui feliz em volta dos braços dele, não posso não admitir que ele é tudo pra mim, ele é simplismente meu AVÔ!
Logo as receitas voltam por aqui, amanhã vou ver se consigo postar a sensação do momento em termos gastronômicos no estado de goiás.










