Capelete ordinário ou nem tanto assim

massa

Sabe aquele pacotinho de massa *recheada que leva o nome de capelete e fica brilhando lá na geladeira do supermercado – é tipo assim ele olha pra você e você até tenta resistir a tentação dessas facilidades da vida moderna mas no fim não consegue, então o que fazer?! Eu trago uma solução, dê uma graça no mesmo, ao invés de passar a mão também pelo sachê de molho pronto, compre tomates frescos e um lindo buquê de manjericão isso somado a pequenos cubinhos de alho e um bom parmesão ralado vai transformar o seu capelete ordinário em um belo jantar, acredite.

Cozinhe a massa como pede as instruções da embalagem e reserve. Aqueça uma frigideira larga com fundo pesado e dê uma generosa regada de azeite honesto e doure dois dentes de alho cortadinhos em cubos bem pequenos, logo em seguida junte seus tomates que depois de higienizados apenas foram cortados em cubos grandes e deixe o mesmo dar uma cor no azeite no alho e uma leve cozinhada, então some folhinhas de manjericão, desligue o fogo e junte a massa – tudo melhor estilo pá pum. Leve a messa e sirva junto um bom parmesão, azeite e vinho.

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Do grão ao bagaço

bolinho de milho

Devemos aproveitar o alimento por inteiro, essa foi uma das lições da Semana Mesa 2014 – lição essa que a vovó já nos ensinava e foi por isso que ao fazer um angú de milho verde para acompanhar um franguinho ensopado de domingo, eu resolvi aproveitar o bagaço do milho para fazer um bolinho bem famoso em Goiás o “bolinho de milho frito”, bem temperadinho fica perfeito para acompanhar a cerva *cú de foca em bate papo legal com bons amigos em plena segunda-feira. Agora me diga a vida é ou não é, uma beleza?!

Para fazer o bolinho – você pega o bagaço do milho que utilizou para fazer cural, angú ou até mesmo um bolo ou mingau e junte duas boas colheres de sopa de farinha de trigo, uma de amido de milho, bastante cheiro verde picadinho, uma cebola picadinha, alho e sal sofrido no pilão, pimenta de cheio, um ovo e por último uma colher de chá de fermento em pó, misture bem e ele tem que ficar com consistência de uma massa de moldar com colher, tipo uma quenelle, coloque suavemente no óleo de cozinha quente e deixe dourar.

*A temperatura do óleo não pode ficar extremamente quente, pois corre o risco do bolinho ficar cru por dentro. Se tiver mole demais coloque mais farinha um toquinho a mais de amido.