O casamento da mandioca com coco

bolo cópia

No mundo da comida os alimentos também formam pares perfeitos e não duvide disso em?! Veja o caso da goiabada com queijo – do manjericão com tomate – mandioca com carne seca e esses casos de amor vão longe. Mas hoje quero falar da mandioca com coco ou seria aipim ou macaxeira? Não importa o nome que tenha ela continua tento seu caso de amor eterno com coco e isso me basta – se quer comer um bolinho *mara na hora do seu café da tarde então invista um pouco do seu tempo e faça essa receita.

2 colheres de margarina

1 xícara de açúcar

3 ovos

800 g de mandioca

100 g de coco ralado

1 lata de leite condensado

50 g de queijo curado

  • Coloque os ingredientes na ordem, rale a mandioca e esprema a água até que fique seca
  • Esfarele, misture bem e coloque em forma untada
  • Cubra a massa com o leite condensado, leve ao forno por 40 minutos
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Dalva e Dito e Eu…

sanduiche

Um belo dia eu resolvo comer um sanduba sem pretensão de nada, lá no Dalva e Dito do querido Alex Atala – e sai completamente apaixonada e pra mim estava eleito ali o melhor sanduba de pernil de Sampa. Mas a história não poderia parar por ai, fiquei matutando na minha cabeça durante toda a minha viagem de férias como poderia ter sido feito aquele lanche tão rico em sabor e a textura da carne incrível e daí resolvi fazer minha versão, versão essa que me encheu de alegria – pois ficou sensacional.

Então vamos já pra cozinha fazer o tal sanduba – Um pedaço de pernil, faça furos na peça de carne e tempere com sal, pimenta em grãos e alho sofridos no pilão, cubra com vinho e deixe marinar por 2horas – após esse tempo, pegue a peça de carne transfira para uma assadeira besunte um toquinho de azeite na mesma e cubra com o vinho que a marinou, tampe com papel alumínio e leve ao forno baixo – isso vai levar algumas boas horas lá no forno bem baixinho, quando aquele vinho secar a carne já deve estar desmanchando, então retire da assadeira e faça um fundo com cebolas em rodelas, tomates em cubos grandes, pimentão em rodelas e coloque a carne que você deve terminar de desfazer com o garfo, tampe novamente com papel alumínio e leve ao forno e deixe que esses ingredientes cozinhem e forme um molhinho grossinho e pegue o sabor da carne, então retire do forno e monte seu lanche com o pãozinho escolhido e um toquinho de uma boa mostarda.

Como antigamente

café

Sei que hoje os tempos são outros e existem mil máquinas de café expresso, com cápsulas ou que são capazes de moer o grão na hora e tals (eu mesma tenho uma máquina de expresso que utiliza cápsulas), mas ainda gosto muito do cafézinho passado na hora pelo coador de pano e nesse caso pode ser no menor para uma pessoa apenas ou no maior para mas amigos que gostem de dividir esse momento. Um abre aspas para a caneca vermelha que foi do meu pai, e por muitos anos vi meu pai fazer esse ritual do café todas as manhãs para acompanhar sua leitura diária do jornal impresso – tenho um carinho enorme por ela.

* Esse coador e suporte para uma única dose eu encontrei na minha ida a Tiradentes (MG).

Macarrão frito e dois dedos de prosa

macarrão frito

Esse é um prato bem tradicional em Goiás e a última vez que comi essa massa foi em um dos últimos almoço em família que tive com a presença do meu pai ainda vivo – me lembro de estar ali a beira do fogão com minha querida prima Pamela que pilotava a panela dessa massa tão simples e tão carregada de histórias pelo povo goiano – sim meninas cozinhar é uma arte dominada por várias mulheres da minha família – depois de tanto tempo fui eu que pilotei a panela fazendo esse prato pro meu Rapha que é apaixonado por esse macarrão, enquanto fazia me lembrava de ver minha família feliz ali na chácara do meu pai, com ele em tratamento mas ali, conversando, contando piada, dançando com seu jeito doce – e mexendo o extrato que fritava, minhas lágrimas caiam com elas boas lembranças e a comida é isso.

Na cestinha – Coloque numa panela de fundo pesado, uma boa regada de azeite e ao aquecer refogue o alho sofrido com sal no pilão, junte uma lata de extrato de tomate e com o fogo baixo vai fritando esse extrato, coloque uma boa pitada de açúcar e um toquinho de água e continue fritando, até que esse extrato tenha reduzido e os sabores dos temperos tenham se firmado, e a acidez tenha se perdido, nesse momento junte a massa cozida al dente (para uma lata de extrato pode utilizar um pacote de massa). Regue com um poquinho mais de azeite e sirva em seguida.