Arancini ou Bolinho de Risoto

arancini

Sou do contra por isso posto primeiro o que fiz com a sobra de um delicioso risoto e depois posto o mesmo de fato. Bom no meu mundo arancini é o bolinho de arroz do Italiano e ponto, veja bem minha gente eu disse *no meu mundo – antes que chova um monte de email me falando que sou doida que não concorda e tals. Sei que sendo arancini, bolinho de risoto ou bolinho de arroz o fato é que ele é mesmo maravilhoso e super fácil de fazer e combina perfeitamente com sua cerva gelada do final de semana.

Para o preparo – pegue sua sobra e risoto e com as mãos mesmo misture bem até dar uma liga – forme as bolinhas e recheie com queijo (pode ser mussarela, mussarela de bolinho, queijo do reino e vai….), passe as bolinhas pela farinha de trigo, no leite e por fim na farinha de rosca. Frite em imersão em óleo de cozinha quente.

Catupiry e Feijão No Prato

aula

Ontem fui a uma aula na loja super mega hiper legal da Catupiry – foi uma deliciosa manhã e uma manhã de comilança também diga-se de passagem. A catupiry sempre inovando e mostrando que podemos fazer muito mais com seus produtos do que a nossa já tão amada e idolatrada coxinha de frango com catupiry. E assim começou a aula com uma bruscheta maravilhosa, com um toquinho de alho, catupiry, presunto cru, rúcula e para finalizar um fiozinho de azeite honesto.

bruscheta

E logo em seguida veio um escondidinho ou desconfiadinho né (rs)? Bom eu achei a ideia de montagem genial, pois o purê de batata foi colocado no fundo do ramekim e logo a seguir veio uma carninha moída com sabor de comida de mãe, aquele refogadinho no melhor estilo caseirinho e para coroar cobriu tudo com catupiry, parmesão e forno.

semifredo

E como todo bom encontro em volta de uma mesa termina em uma sobremesa ou café – ainda não descobri como é o fim do encontro *bemnheeee , lá eles nos proporcionaram a oportunidade de provar um MARAVILHOSO semifredo de laranja e morangos feito com catupiry, receita essa que vou reproduzir em breve por aqui – quando experimentei fiquei passada a ferro, o negócio era simplesmente  a cara da riqueza.

*Bom a toda equipe da Catupiry meu super obrigada, estava tudo delicioso e o carinho e gentileza no qual fui recebida sem palavras. E pra você que quer comprar coisinhas legal ou tomar um café com um pãozinho de queijo quentinho e totalmente recheado com catupiry, chega lá na loja deles o endereço você encontra aqui.

Bala de Cachaça – *Calcildsssss

bala de cachaça

Minha viagem gastronômica e cultural a Minas me rendeu muitas histórias e muitas receitas, falei muito dessa viagem e quem me acompanha nas outras redes sociais pode viajar junto comigo, foi um passeio memorável e para quem não me acompanha ainda (demoro em?! vamos lá minha gente me acompanha lá, que tem muita novidade por lá também), vou contar um pouco desse passeio pra vocês aqui. Bom, em Tiradentes provei muita bala de cachaça, nem sei dizer qual foi a melhor – mas quando voltei pro meu *cafofo eu logo tratei de fazer minha versão.

3 pacotes de gelatina em pó sem sabor colorida (36g)
1/2 xícara (chá) de agua fria
1 xícara (chá) de agua quente
1/2 Kg de açúcar refinado
1 xícara (chá) de cachaça ou vodka
Modo de preparo:
 
Em uma panela alta coloque a gelatina na agua fria. Acrescente a agua quente e mexa ate dissolver. Leve ao fogo e acrescente o açúcar mexa ate que ferva e dissolva completamente o açúcar. Desligue o fogo, junte a cachaça, e misture. Despeje em um refratário molhado e leve para gelar por aproximadamente 12 horas. Corte os quadradinhos retire do refratário e passe no açúcar refinado.

Semana Mesa e Guga Rocha

abóbora

Para comemorar o dia do terror, o Halloween, o Chef Guga Rocha, apresentador do programa Homens Gourmet e palestrante da Semana Mesa SP, elaborou uma receita deliciosa com a abóbora, símbolo comemorativo da data. E para dar um toque final de chef, acrescentou camarões e castanha de caju.

O chef Guga Rocha ministrará a palestra A cozinha dos quilombos, no festival Mesa ao Vivo, que integra o evento Semana Mesa SP, o mais importante evento de enogastronomia da América Latina, que acontece entre os dias 3 e 5 de novembro, no Centro Universitário Senac – Santo Amaro, em São Paulo.

O Halloween no Brasil é mais conhecido como dia das bruxas, comemorado dia 31 de outubro.  Diz à lenda que a passagem dessa noite é marcada pela saída dos mortos-vivos de seus túmulos para amedontrar todos aqueles que estão por perto.

Ingredientes

1 abóbora média

300 g de camarões

150 g de abacaxi (em cubos)

80 g de castanha de caju torrada

200 ml de leite de coco

150 g de requeijão

20 ml de azeite de oliva da Espanha

30 g de cebola roxa (picado bem pequeno)

10 g de alho (moído)

5 g de coentro (picado)

10 g de salsinha (picada)

5 g de gengibre (picado)

1 pimenta dedo de moça (sem sementes picada bem pequeno)

15 g de tempero cajun*

Sal

 

Modo de preparo

Tire a tampa da abóbora e retire todas as sementes;

Cozinhe-a no vapor por 10 minutos com a abertura para baixo;

Retire e forre com o requeijão toda parede interna da abóbora (reserve);

Frite a cebola, alho, gengibre e pimenta no azeite de oliva;

Junte os camarões e o abacaxi refogue rapidamente e adicione o leite de coco,

Tempere com o tempero cajun, salsinha, coentro e sal;

Adicione as castanhas e ponha essa mistura dentro da abóbora, leve tudo ao forno para aquecer e sirva acompanhado de chips de batatas fritas e arroz branco.

 

Dica do Guga:

Faça meu tempero cajun

2 colheres (sopa) de páprica

2 colheres (sopa) de alho em pó

2 colheres (sopa) de cebola em pó

1 colher (sopa) de pimenta do reino moída

1 colher (sopa) de pimenta de caiena em pó

1 colher (sopa) de orégano

1 colher (sopa) de tomilho seco

1 colher (sopa) de alecrim seco

 

Modo de preparo:

Misture tudo e use em tudo!

Esse tempero é uma delicia, vai mudar sua vida

* Semana Mesa

Bolo de banana e trucão para ter bolo quente a todo momento

bolo banana

Uma fatia de bolo quente com um pedacinho de manteiga por cima  que vai derretendo rapidamente e deixando o bolo que já era úmido ainda mais úmido, e aí você pensa mais no dia seguinte o bolo já não vai estar mais quente e aí? A solução é assar o bolinho numa forma de pão, assim você pode cortar a fatia e levar a torradeira ou tostex e ter um bolo quentinho no café novamente é ou não um *trucão de primeira?!

Na cestinha:

2 bananas-prata
1/2 xícara (chá) de manteiga (em temperatura ambiente)
1 xícara (chá) de açúcar
2 ovos
1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento em pó
1 colher (chá) de essência de baunilha
manteiga e farinha de trigo para untar e polvilhar

Modo de Preparo

1. Preaqueça o forno a 180 ºC (temperatura média).

2. Unte uma fôrma de bolo inglês com manteiga e polvilhe com farinha de trigo.

3. Coloque a farinha e o fermento numa tigela, passando pelo fermento.

4. Descasque as bananas e amasse com um garfo.

5. Na batedeira, junte a manteiga com o açúcar e bata à velocidade alta até obter um creme fofo.

6. Sem parar de bater, adicione os ovos, um a um. Junte as bananas amassadas. Reduza a velocidade e adicione a farinha com o fermento aos poucos. Junte a essência de baunilha e bata apenas para misturar.

7. Transfira a massa para a fôrma untada e leve ao forno preaquecido para assar por 40 minutos. Para conferir se o bolo está pronto, espete um palito: se sair limpo, está no ponto.

8. Retire o bolo do forno, deixe esfriar e desenforme sobre um prato de rocambole. Sirva a seguir.

*Neste eu coloquei 100 g de nozes picadas grosseiramente e passadas levemente pela farinha de trigo.

*Fonte – Panelinha

Rocambole de carne e um novo forno

rocambole

Ontem foi dia de eleição, eu como muitas pessoas acredito teriam que votar pela manhã e voltar para fazer seu almoço ou fazer seu dever cívico depois do almoço e eu fiquei com a primeira opção e já pensando que teria os meninos para alimentar e que esse almoço não poderia ser nem demorado nem complicado, resolvi testar o SolarDom e fazer esse rocambole – foi o melhor rocambole que já fiz, pois devo dizer que odeio rocambole de carne seco e todas as vezes que faço no forno convencional eu coloco um pouco de iogurte na carne para justamente evitar que o mesmo fique seco e ontem eu consegui um rocambole douradinho por fora e assado dentro e bem úmido dentro e sem o iogurte, adorei o resultado.

Na cestinha – 500g de carne moída – 1 colher de sobremesa de manteiga – 1 ovo – 2 colheres de sopa de aveia em flocos finos – 1 lata de milho e ervilha (aquela que já vem misturadinho) – 100 g de queijo mussarela fatiado – 100 g de presunto fatiado – 200 g de bacon em fatias – temperos a gosto (eu coloquei alho sofrido no pilão, sal e pimenta do reino moídos na hora).

Preparo – Coloque a carne, o ovo, aveia , manteiga e os temperos numa travessa e misture até que pegue uma liga e reserve. Em uma tábua grande, abra uma folha de papel alumínio e coloque as fatias de bacon lado a lado, abra a carne por cima e coloque o presunto, queijo e a mistura de ervilha e milho, comece a enrolar o rocambole com a ajuda do papel, depois de fechadinho eu o coloquei na assadeira, sem o papel alumínio e fechei bem as pontas. Levei no forno SolarDom por apenas 25mts e saiu assim, úmido, douradinho e lindo.

Fonte – Informações desse forno você tem aqui.

Farofa na Semana Mesa

FAROFA-3

Com entrada gratuita, o Farofa será semelhante a uma feira gastronômica em que os comensais poderão provar alimentos naturalmente cultivados. O local abrigará 18 food trucks e 10 barracas com comidas regionais elaboradas por chefs consagrados como Wanderson Medeiros, do restaurante Picuí (AL), Edinho Engel, do Amado (BA), Onildo Rocha, Grupo Roccio (PB),Kátia Barbosa do bar Aconchego Carioca e Marcos Livi do  Veríssimo Bar (SP). Também teremos espaços destinados aos representantes do Slow Food Brasil  como as barracas de Camila Cristina da Rocha, do Convívio Mata Atlântica, Claudia Girelli, Convívio Campo Grande (MS) e Daniel Castelli do Convívio Serra Gaúcha.

O local também acolherá 10 barracas de produtores familiares onde o público poderá interagir e adquirir os ingredientes diretamente dos produtores de diferentes regiões do País como o café, cultivado da Fazenda Alegre, de São João da Boa Vista (SP); o mel nativo da Amazônia, de Belém (PA), o queijo de cabra da produtora Rafaela Suassuna, de Recife (PE) além do feijão verde e as farinhas oriundas de produtores do Convívio  Campo Grande (MS).Outras informações estão disponíveis no