Arroz de puta rica com fitas de mandioca crocante

arroz

Esses dias me inspirei e executei uma releitura do famoso arroz de puta rica de Janaína Rueda com algumas influências que tive no último encontro com Ana Luiza Trajano e suas pesquisas – esse arroz se parece muito com um Maria Izabel ou um arroz de forno eu diria que ele se encontra entre os dois, eu utilizei o coentro pois em seu Maria Isabel  Ana L. Trajano o utilizou e achei sensacional o uso dessa folhinha, ela levantou o arroz o deixando assim inesquecível, hoje ao fechar os olhos e mergulhar nas lembranças de sua palestra ainda consigo sentir o sabor e visualizar a cor linda daquele arroz, por essa cor e em busca deste tom eu utilizei colorau que no final levou meu arroz ao tom desejado, e ficou realmente muito bom, o servi com fitas crocantes de mandioca orgânica que foi outra influência que tive vinda de Ana.

Para fazer meu arroz, peguei 300 g de linguiça fresca e escaldei em água quente, depois desse processo eu cortei em cubos bem pequenos, e aqueci uma panela de fundo pesado – reguei com fio de óleo de cozinha e refoguei essa linguiça picadinha até que fica-se bem douradinha, somei uma cebola picadinha e meia colher de sobremesa de coloral, somei dois tomates sem pele em cubos e deixei formar um molho (adicione um pouco de água quente se seu tomate não estiver muito maduro) assim que formar um molhinho some o arroz (que já foi previamente cozido) e mexa para que tudo se misture e pegue o sabores, some coentro picadinho e sirva em seguida.

Obs – Se sobrou uma liguiça assada do seu jantar ou churrasco , pique em cubos pequenos e faça esse arroz que fica delícia, e o mesmo vale para sobras de carne de churrasco.

 

Para as fitas de mandioca – Eu comprei mandioca orgânica e passei no mandoline  bem fininho e fritei em óleo de cozinha quente, depois de dourado eu deixei escorrer em papel e temperei com sal e pimenta moídos na hora.

 

 

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Mexido – um prato carregado de boas lembranças pra mim

mexido

Quando era adolescente vivia na casa de uma amiga querida que pude reencontrar nessas últimas férias, e depois de um longo café e muita conversa (que não deu pra matar as saudades) mas que deu pra voltar um pouco no tempo e lembrar de muitas coisas boas e saber de notícias não tão boas assim, como o falecimento da mãe dela que era uma pessoa incrível, eu voltei pra casa com a certeza de que postaria o famoso mexido aqui – Bom em Goiás mexido é um clássico e na casa dessa minha amiga eu comi por muitas vezes o melhor mexido que já pude provar, um sabor único e sempre que faço em casa me lembro dela e do mexido que ela faz como ninguém. E pra fazer não tem segredo, basta juntar todos os retinhos da sua geladeira e um porção de arroz, e começar a brincadeira; no meu caso eu aqueci uma frigideira de fundo pesado e refoguei meia cebola picadinha com um dente de alho também picado peguei esse refogado e deixei no cantinho da frigideira e no espaço livre da mesma eu estralei dois ovos, coloquei um toquinho de sal e mexi, assim que ficaram prontos eu misturei com o refogado e juntei um pouquinho de carne moída, cenoura raladinha o arroz e por fim coloquei um toquinho de pimenta moída na hora e cheiro verde picadinho.

Um risoto maravilhoso e uma foto ruim

risoto

Calma me povo eu bem sei que a foto está assim o ÓÓÓ do borogodó – mas o risoto estava tão bom, mas tão bom que resolve postar assim mesmo e não deixar mais essa perdida no fundo do baú ou melhor dos arquivos. E olha tem segredo nenhum, basta digitar na busca risoto e vai encontrar o modo de preparo fácil fácil – nesse eu utilizei um bom e honesto caldo de legumes, vinho branco e no final já com o fogo desligado eu adicionei rapas de limão siciliano e o suco do mesmo, adicionei parmesão ralado um bom naco de manteiga e uma regada generosa de azeite e pronto – comida sem segredos.

Risoto ao pomodoro com mussarela de bolinha

pomodoro

Risoto = Paixão, adoro! Sempre tenho uma lata de tomate pelado a espera de ser utilizada no armário e com um pacotinho de mussarela de bolinha em mãos não pensei duas vezes, coloquei minha panela de pedra sabão no fogo e depois de bem aquecida comecei o processo – que pra mim é relativamente simples visto que gosto de estar em companhia das panelas, pois o risoto requer somente isso, companhia, alguém que tire seu tempo para estar ao seu lado mexendo-o sem parar para ativar ainda mais o amido do arroz e ficar bem cremoso e o brilho fica no final por conta de um bom naco de manteiga.

Para a receita : 360g de arroz carnaroli – 1/2 cebola picada – 2 dentes de alho picados – 2 colheres (sopa) de azeite – 200ml de vinho branco -4 tomates picados (ou uma lata de tomates pelados picados) – 2 litros de caldo de legumes – 2 colheres (sopa) de manteiga – 1 xícara (chá) de parmesão ralado – 1 xícara (café) de manjericão picado – Mussarela de bolinha picadas.

Para o preparo : Coloque duas colheres de sopa de azeite para aquecer na panela e some a cebola o alho e arroz, refogue sem deixar nada dourar, apenas murchar a cebola o alho e o arroz pegar esses sabores e neste momento some 200ml de vinho branco seco, e vai mexendo até evaporar, some então a sua lata de tomate pelado ou seus tomates picados, e comece aos poucos colocar o caldo, e vai mexendo colocando o caldo até que o arroz fique ao dente, com o arroz já no ponto, some a manteiga e mexa bem, junte o parmesão o manjericão (o meu eu preferi levar as folhinhas a mesa e colocar direto no prato sobre o risoto quente), coloque os pedacinhos de mussarela bolinha e regue mais um bom fio de azeite e sirva em seguida pois o risoto não espera ninguém a gente é que o espera.

*Considerações : essa receita é feita com mussarela de búfula, mas eu utilizei a mussarela de bolinha que era o que tinha em mãos no dia.

*Fonte : Delícias de Claudia – livro

Arancini ou Bolinho de Risoto

arancini

Sou do contra por isso posto primeiro o que fiz com a sobra de um delicioso risoto e depois posto o mesmo de fato. Bom no meu mundo arancini é o bolinho de arroz do Italiano e ponto, veja bem minha gente eu disse *no meu mundo – antes que chova um monte de email me falando que sou doida que não concorda e tals. Sei que sendo arancini, bolinho de risoto ou bolinho de arroz o fato é que ele é mesmo maravilhoso e super fácil de fazer e combina perfeitamente com sua cerva gelada do final de semana.

Para o preparo – pegue sua sobra e risoto e com as mãos mesmo misture bem até dar uma liga – forme as bolinhas e recheie com queijo (pode ser mussarela, mussarela de bolinho, queijo do reino e vai….), passe as bolinhas pela farinha de trigo, no leite e por fim na farinha de rosca. Frite em imersão em óleo de cozinha quente.

Strogonoff de filé mignon suíno

strogonofe de porco copia

Boa tarde para quem começou a segundona com filho de 1 aninho com pé quebrado e com febre, aff – só Jesus na causa, mas vamos que vamos e a opção hoje é para aquela comidinha express sem lero lero, cheia de sabor e que deixa a criançada feliz da vida. Eu penso que talvez vocês estejam cansados de receitas de strogonoff, mas esse utiliza um corte que tem sido bem divulgado nas geladeiras daquele supermercado que é lugar de gente feliz, e de fato é um corte excelente, já me rendeu várias receitas, e o preço é bem melhor que o mignon bovino que esta mesmo pela hora da *morrrttteee.

Na cestinha; 1 k de filé mignon suíno picadinho em cubos, 2 colheres (sopa) de azeite, 1 colher (sopa) de manteiga, 1 cebola picada bem miudinho, pegue alho, sal grosso e pimenta do reino em grão e sofra no pilão, use essa mistura para temperar a carne (depois que a mesma já estiver douradinha) , 200 g de champions em conserva fatiados, 3 tomates sem pele e sem sementes picadinhos, 1/2 xícara (chá) de conhaque,  2 colheres (sopa) de catchup, 2 colheres (sopa) de mostarda, 2 caixinhas de creme de leite.

Para preparar ; Em uma frigideira de fundo pesado, aqueça o azeite e doure a carne aos poucos, em fogo alto para não juntar suco, reserve a carne e coloque na frigideira uma colher de manteiga e refogue a cebola. Junte a carne e some a sua mistura de tempero sofrida no pilão, despeje o conhaque, incline levemente a frigideira para que o conhaque incendeie. Deixe flambar até acabar a chama e junte os champions fatiados. Acrescente os tomates, o catchup e a mostarda e misture bem. Abaixe o fogo, tampe a panela e deixe cozinhar por 5 minutos, incorpore delicadamente o creme de leite e retire do fogo antes que levante fervura. Sirva com arroz branco, batata palha e salada de folhas.

*Na hora do soninho do filhote eu volto aqui para que possamos prosear mais e aproveito para falar do cookie gigante de quinta feira a noite. Sou eu meninas (os) pagando promessas.

“É a dança do maxixe, é um homem no meio com……..

maxixe

Calma que aqui não é “bonde do tigrão” nem “é o tchan” da vida nem nada parecido, foi apenas uma alusão ao nome dessa deliciosa hortaliça. E quem já ouviu falar da dança do maxixe nem imagina que maxixe também é uma hortaliça africana que teria sido trazida ao Brasil pelos escravos. Além de ser uma fonte rica de minerais, o maxixe tem poucas calorias e rende sucos, saladas e pratos deliciosos de farofas a refogados.

Então foi assim; almoço honesto, saboroso, nutritivo, no melhor estilo comida que conforta vinda da vovó. Arroz, feijão, carne moída(ou boi ralado) com maxixe refogadinho, salsa de repolho e banana da terra frita.

*Fonte – Vocês podem saber tudo e muito mais do maxixe aqui.