Salada de batata com rabanete e molho de raiz forte

batatas com rabanete

Tenho paixão por batatas, e a considero um ingrediente genial – fico sempre em busca de receitas novas com esse ingrediente, e essa salada é um excelente acompanhamento para carnes vermelhas e penso que faria bonito em um churrasco. E tem um frescor que combina muito bem com dias quentes. A receita é da minha super hiper amiga Valentina, não deixe de visitar  blog dela que é lindo de viver.

2 kg de batatas cozidas cortadas em pedaços médios

Rabanetes cortados em rodelas

Maço de cebolinha verde cortada em rodelas bem finas

Para o molho de raiz forte:

Um pedaço de 5 cm de raiz forte, ralado bem fininho – se não tiver a raiz compre a raiz forte no formato de creme e use 2 colheres de sopa bem generosas.

Suco de meio limão

4 colheres de sopa de azeite de oliva

2 colheres de sopa de maionese

O preparo não podia ser mais fácil e rápido: cozinhe as batatas, e enquanto elas estão cozinhando ponha o rabanete e cebolinha numa saladeira. Você terá tempo até de preparar o molho. Quando as batatas ficarem prontas, escorra a água e ponha na saladeira. Jogue o molho por cima, e ajuste o sal.

*Essa receita serve 10 pessoas, por isso se deseja mais ou menos salada, basta fazer os ajustes na receita.

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Balanço final do Semana Mesa 2014

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De 3 a 5 de novembro, cerca de 20 mil pessoas, 140 chefs e 30 produtores passaram pelo Centro Universitário Senac – Santo Amaro, para participar das mais de 150 atividades paralelas, em três dias.

Subiram ao palco do congresso internacional Mesa Tendências grandes nomes da gastronomia nacional e internacional, para apresentar à plateia a história e as particularidades dos seus mais fiéis produtores. A chef Roberta Sudbrack trouxe Dona Fátima (brotos e ervas), do Sítio Verde Orgânicos, Brejal-Petrópolis/RJ; o chef Guga Rocha apresentou Rafaela Suassuna (queijo de cabra inspirado nos quilombos), de Recife/PE; a chef Ana Luiza Trajano palestrou ao lado dos produtores João Neto (porcos Monteau) e Patrícia Polato (Linguiçaria Real de Bragança), Bragança Paulista/SP.  Também no Mesa Tendências aconteceu o lançamento do Guia Alimentar da População Brasileira, que contou com a participação do Prof.º Carlos Monteiro e Patrícia Jaime, do Ministério da Saúde.

Entre as atrações internacionais, merece destaque a divulgação dos assuntos discutidos na reunião do G11, Conselho Internacional do Basque Culinary Center, formado por onze dos mais importantes cozinheiros do mundo com a participação do prestigiado chef espanhol Ferran Adriá, do francês Michel Bras, do japonês Yukio Hattori, do chileno Rodolfo Guzman, do mexicano Enrique Olvera, do espanhol Joan Roca, do peruano Gastón Acurio e do brasileiro Alex Atala, que este ano assumiu o papel de anfitrião. Também palestraram no evento o argentino Antonio Soriano, ao lado do caçador Joaquim Schittko e jornalista e escritora Soledad Barrut que falou sobre ‘o futuro da alimentação se houver comida no futuro’.

O encerramento ficou a cargo do chef francês Michel Bras, um dos mais influentes do mundo. Em bate-papo com o jornalista Josimar Melo, ele emocionou a plateia ao falar sobre suas inspirações e seus pratos mais emblemáticos como o gargouillou e o bolinho coulant (receita que inspirou o petit gâteau).  O público presente também conheceu o tema da Semana Mesa SP para 2015“A Nova Gastronomia: compartilhando, cultura, conhecimento e paixão.

 

Muito disputado pelos comensais, o Mesa Ao Vivo proporcionou cerca de 30 atividades diárias, com aulas abertas com notáveis chefs, degustações com opções de vinhos, espumantes e cervejas especiais. Por lá, o público conheceu ingredientes e aprendeu receitas de diferentes regiões do Brasil em aulas ministradas por chefs como Janaina Rueda, Bar da D. Onça (São Paulo); Manu Buffara, do Manu (Curitiba); Edinho Angel do Amado (Bahia), Wanderson Medeiros, do Picuí (Alagoas), Floriano Spiess, do Cozinha do Autor (Porto Alegre),Kátia Barbosa do bar Aconchego Carioca e Flávio Miyamura, do Miya Na área etílica, aconteceram os workshps com degustações como o Wine of Argentina e a palestra sobre a harmonização entre Cachaça e Queijo, com Jairo Martins e o mestre queijeiro italiano Renato Brancaleone.

Farofa estreou na programação da Semana Mesa SP com a missão de fortalecer as raízes da cozinha brasileira e estreitar a relação entre comensais público, produtores, chefs e restaurantes. Com entrada gratuita, a feira gastronômica comercializou cerca de 7.240 refeições  nos food trucks e barracas com comidas regionais elaboradas por chefs consagrados como Wanderson Medeiros, do restaurante Picuí (AL), Edinho Engel, do Amado (BA), Onildo Rocha, Grupo Roccio (PB), Marcos Livi do  Veríssimo Bar (SP) e chefs do Slow Food. O local também acolheu 10 barracas de produtores familiares onde o público interagir e adquiriu os ingredientes diretamente dos produtores de diferentes regiões do País.

Apaixonados por queijos puderam degustar e votar no Primeiro Concurso de Queijos Artesanais do Brasil, promovido pela Merceraria Mestre-Queijeiro e pelo Slow Food Brasil. Nesta primeira edição, entraram na disputa cerca de 100 tipos de queijos de produtores de todo o país, que foram premiados com selos ouro, prata e bronze, não havendo um único vencedor.

 

Mesa na Cidade, que aconteceu nos dias 4, 5 e 6 de novembro nos restaurantes Attimo, Tuju e Miya, reuniu notáveis chefs que elaboraram primorosos Jantares Magnos. No dia 4, os chefs Jefferson Rueda, Rodrigo Oliveira, Thiago Castanho e Alberto Landgraf cozinharam juntos no restaurante Attimo. Já no dia 5 as panelas do  restaurante Tuju foram comandadas pelos chefs Lucas Bustos, Kamilla Seidler, Ivan Bielawski, Antonio Soriano e Michelangelo Cestari. No dia 6, o  Miya, recebeu os chefs Flávio Miyamura, Daniel Redondo e Manu Buffara.

Saímos de lá com tema da Semana Mesa SP 2015 – “A Nova Gastronomia: compartilhando, cultura, conhecimento e paixão. Fiquem ligadinhos e se tiverem oportunidade de ir, vai ter uma das melhores experiências da sua vida – pois além de enriquecer seu caderninho de truques e receitas, vai compartilhar, amor e paixão pela comida.

 

Alex Atala 3

Ragú de carne de segunda e uma polenta

ragú

Essa é sem dúvida uma comidinha cheia de carinho é algo que me remete ao tempo que realmente cozinhavam com paciência, tranquilidade e estar a volta da mesa não era um programa de domingo e sim uma atividade diária a vida parecia parar no tempo são coisas que a correria do dia a dia fez com que se perdesse no tempo. Bom movida por uma larica *ploc monster vinda de uma nova amiga né Carol, que ao sentarmos juntas para dividir um lanche, falava da polenta molinha, feita em camadas por sua avó e essa história me levou a esse ragú servido com a tal polenta molinha, não era a polenta da avó da Carol que tenho como certo que se trata de um alimento carregado de carinho e amor, mas foi feito também com esses sentimentos e ficou muito bom.

Na cestinha – 1q de carne de segunda cortada em cubos, 1 lata de tomates pelados picadinhos, 1 cebola grande picadinha, alho, sal e pimenta à gosto. Coloque uma panela com água para ferver – pegue uma panela pesada, tipo ferro e coloque para aquecer, regue com um fio de azeite e um chorinho de óleo de cozinha, e coloque seus cubos de carne temperados para dourar, junte a cebola e a cenoura picadinha e comece a pingar a água quente, tampe a panela e quando secar coloque mais água quente e vai nesse processo até que a carne esteja macia, leva entre 1 a 2 horas, com a carne macia some a lata de tomates pelados, faça a correção dos temperos e deixe o molho apurar, sirva em seguida. Eu servi com polenta mole, se quiser receita tenho muitas aqui no blog, só procurar na busca, fica muito bom com um arroz branquinho, ou purê de batatas e até mesmo sobre uma massa cozida al dente.

Comidinhas para presentear

paçoca

Dando sequencia a serie de comidinhas para presentear neste natal, hoje apresento esta paçoca divertida. Divertida porque Li?! Porque foi cortada com esses cortadores fofos, só por isso o que era uma simples paçoca já ganha status e fica toda prosa embrulhadinha para presente. Receita simples e gostosa e fofinha – ai ai ai, eu ando tão romântica. (kkkk).

Na cestinha do preparo – 500g de amendoim torrado, sem a pele/ 200g de bolacha maizena ou leite/ 1 lata de leite condensado.

Preparo – No processador bata aos poucos o amendoim e a bolacha, até formar uma farinha grossa. Coloque essa farinha em uma tigela e despeje o leite condensado em fio, misturando sempre, até obter uma massa de consistência pastosa. Forre uma assadeira de 20cm X 30cm, com papel manteiga e despeje a massa. Alise bem com uma espátula e leve à geladeira por pelo menos 1 hora – depois pegue cortadores de biscoito de sua preferência e corte. Aí basta colocar em um saquinho fofo, ou caixinha ou até mesmo dentro de uma panelinha como eu fiz.

panela de paçoca

*Se não tiver um processador, pode utilizar o liquidificador, seguindo o mesmo processo.

*Fonte – Revista Prazeres da Mesa.

Comida de rua

rolando massinha

Tá na moda é moderninho, tem conceito e na grande maioria das vezes tem comida delícia – e quer saber?! Eu acho que comida de rua é arisca, porem carinhosa, é vira-lata mas gosta de ser vista – é singela, mais é orgulhosa dos pequenos detalhes. É sacana, mas diante dela somos todos iguais e isso tudo não é sensacional?!

comida_copacabana_rio

Fonte – Prazeres da Mesa.

Fonte – Rolando Massinha.

Comidinhas para presentear – A nova série aqui no blog

biscoito de canela

Com a chegada do natal vamos estrear essa série de comidinhas para presentear – porque pensa na felicidade que é, poder dar a uma pessoa que a gente gosta um delicinha feito por nossas mãos. E não precisa ser algo de outro mundo com ingredientes cheios de *frufru não, coisinha simples, gostosa e com uma embalagem luxo, cheia de *gramurrr.

Para começar escolhi esses biscoitinhos de canela, rapidinho ficam prontos e crocantes e quando levados a boca ele dissolve quase que como um amanteigado.

Biscoitinhos de canela

– 175g de farinha de trigo
– 100g de manteiga em temperatura ambiente
– 60g de açúcar
– 1/2 colher (chá) de fermento
– 1 pitada de sal (bem pouquinho mesmo)
– 1/4 de cálice de conhaque (eu não tinha e coloquei um tico de vinho branco, mas se você não tiver, pode omitir)
– 1/2 colher (sopa) de canela em pó
– 1 colher (sopa) de chocolate em pó
– 2 gotinhas de extrato de baunilha
Coloco todos os ingredientes na travessa da batedeira e uso o batedor de massa aquele tipo leque para bater. Você pode misturar tudo na mão e se perceber que está seco demais, coloque aos poucos água (bem aos poucos mesmo). A massa tem que ficar bem lisa e desgrudar das mãos. A minha ficou até um pouco oleosa. Forme bolinhas ou minhoquinhas como desejar, coloque em uma assadeira untada com manteiga, leve ao forno por 15 mts a 180graus. Ela sai ainda molinha mas ao esfriar fica crocante, passe os biscoitos ainda quentinho numa mistura de açúcar e canela (que fiz a olho mesmo). Para presentear coloquei em um vidro mas pode ser em um saquinho ou dentro de uma xícara de chá aí o céu é o limite para sua imaginação.
*Fonte – Quitandoca.

Gastón Acurio e a Comida no Peru

Peru

O cara que fez o Peru ver com outros olhos a sua gastronomia, a sua raiz, defende que não é correto que um restaurante só sirva para fazer feliz quem possa pagar pela comida preparada ali – ele também intervém na educação, na autoestima e na participação da sociedade e vai além recuperando produtos e receitas locais. Personagem importante no cenário da cozinha e da cultura peruana, deixa claro a seriedade com que conduz sua carreira – não seria exagero dizer que graças a Gastón os sabores da sua terra natal ultrapassaram os limites geográficos do Peru e se tornaram conhecidos e apreciados em diversas partes do mundo. Afinal seu pequeno império gastronômico soma mais de 20 restaurantes espalhados por cerca de dez países. Ao falar e utilizar ingredientes brasileiros ele defende que estamos curiosamente tão perto e tão longe – e que podemos compartilhar muitas coisas e podemos escrever histórias fantásticas entre Peru e Brasil, esse é Gastón Acurio simples, carinhoso e forte como a comida deve ser.